I don't know why I make such an effort to be nice and a good person and accomodate other people's needs. If I only get blamed and criticised for not bending myself more then I might as well be a selfish bitch.
If I was demanding and selfcentered and a spoiled brat, then I might sometimes get what I need and deserve, and at least when I was blamed and criticised people would have a reason for it.
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Saturday, May 28, 2016
Friday, September 11, 2015
Vencedores
É possível ser-se bom a tudo. Ainda hoje está publicado nos jornais a notícia de uma rapariga que entrou na faculdade com 20 a tudo, que tem namorado e joga voleibol de alto rendimento.
E isto foi sempre isto que eu quis dizer. ( e disse na minha última resposta q n leste). É possível apostar-se em tudo ao mesmo tempo, não temos de apostar no 'algum dia', na reforma, na velhice, para pormos em prática o resto da nossa vida.
Não é preciso 'mandar tudo ao ar', só é preciso equilíbrio!
E isto foi sempre isto que eu quis dizer. ( e disse na minha última resposta q n leste). É possível apostar-se em tudo ao mesmo tempo, não temos de apostar no 'algum dia', na reforma, na velhice, para pormos em prática o resto da nossa vida.
Não é preciso 'mandar tudo ao ar', só é preciso equilíbrio!
Friday, January 30, 2015
Sinergias
Stanislas Wawrinka é um jogador de ténis que até há algum tempo atrás era um jogador de bom nível, mas nada de especial. Aparte da sua fantástica esquerda a uma mão, o facto pelo qual ele era mais conhecido era por ter deixado a mulher e a sua filha bebé porque «se queria concentrar na sua carreira». Não terá sido o primeiro a afastar-se da família, amigos e das relações humanas em geral para procurar atingir o sucesso, nem será o último com certeza.
Ora, acontece que o Stan (como é conhecido) chegou à conclusão que tinha cometido um erro, caiu em si e, melhor ainda, teve a coragem de o procurar resolver e voltou para a mulher e para a filha.
Será que a carreira ficou para trás? Nada disso. O sucesso que Stan tanto procurara e pelo qual estava até disposto a sacrificar a família, chegou finalmente, mas só depois de se ter reconciliado com ela. Em 2014 foi o vencedor do Open da Austrália, alcançou a sua melhor classificação de sempre no ranking e venceu a Taça Davis para a Suiça.
Parece comprovar aquela que sempre foi a minha teoria: somos seres complexos, multidimensionais, nos quais todas as partes contribuem para um todo, mesmo aquelas que parecem não ter nada a ver. Há sinergias que não são visíveis, mas que estão lá e negá-las é limitarmo-nos a nós mesmos.
Por isso, Go Stan!
Ora, acontece que o Stan (como é conhecido) chegou à conclusão que tinha cometido um erro, caiu em si e, melhor ainda, teve a coragem de o procurar resolver e voltou para a mulher e para a filha.
Será que a carreira ficou para trás? Nada disso. O sucesso que Stan tanto procurara e pelo qual estava até disposto a sacrificar a família, chegou finalmente, mas só depois de se ter reconciliado com ela. Em 2014 foi o vencedor do Open da Austrália, alcançou a sua melhor classificação de sempre no ranking e venceu a Taça Davis para a Suiça.
Parece comprovar aquela que sempre foi a minha teoria: somos seres complexos, multidimensionais, nos quais todas as partes contribuem para um todo, mesmo aquelas que parecem não ter nada a ver. Há sinergias que não são visíveis, mas que estão lá e negá-las é limitarmo-nos a nós mesmos.
Por isso, Go Stan!
Tuesday, January 20, 2015
Food for thought
Pitiful is the Human Soul that attempts to reach Greatness by denying Affection, the very thing that makes it Great.
Any goal that demands the sacrifice of emotion, feelings and affections is an empty, shallow and pathetic goal, and so is the Man who deludes himself in believing it worthwhile.
Any goal that demands the sacrifice of emotion, feelings and affections is an empty, shallow and pathetic goal, and so is the Man who deludes himself in believing it worthwhile.
Sunday, December 21, 2014
Angels
I have a dream
a song to sing
to help me cope
with anything
if you see the wonder
of a fairy tale
you can take the future
even if you fail
I believe in angels
something good in
everything I see...
https://www.youtube.com/watch?v=WssQP1xWJRM
I need to believe in angels again, in the magic of a fairy tale, so I can have a future, even after I've failed. This is my fervent prayer for this Christmas: that I may be blessed with a renewal of hope...
Tuesday, November 18, 2014
Love yourself
«Everybody has secrets.»
Dr. Gregory House
«We are so accustomed to disguise ourselves to others that in the end we become disguised to ourselves.»
François de La Rochefoucauld
Accept your imperfections, your flaws, your weaknesses. You have no more and no less of them than anyone else. Let them be the stepping stones driving you forward, not the walls you hide behind of.
Different is beautiful too!
Thursday, October 09, 2014
Como um conto de fadas...
Ontem, num programa de tv, vi a história de um casal que me emocionou bastante. Tinham sido namorados na adolescência e ela tinha ficado grávida. Na altura, 1970, tinham decidido dar o bebé para adopção. Eram demasiado novos, não estavam preparados, não tinham dinheiro ou emprego, etc, etc. Pouco tempo depois acabaram o namoro e separaram-se. Quantas histórias terminam assim? Quase todas.
Mas, no caso deles, algum tempo depois voltaram a encontrar-se e reataram o namoro. Mais tarde casaram e 39 anos depois ainda estava juntos. Não tiveram mais filhos. Ainda houve uma gravidez, mas foi tubária e depois disso a senhora nunca mais pouco ter filhos.
Durante todo o tempo, pensaram sempre no filho que tinham dado para adopção e tentaram encontrá-lo, mas sem sucesso. Agora, 41 anos depois, a senhora estava doente com cancro e queria desesperadamente ver o filho pelo menos uma vez. Queria vê-lo e queria avisá-lo de que a sua doença é de origem genética. Com a ajuda de um investigador e do programa conseguiram-no. Encontraram o filho e também um neto de 11 anos que não sabiam que tinham. O filho tinha tido uns bons pais e uma boa vida, mas tinha uma pergunta: "Por que é que o tinham dado para adopção?"
O pai respondeu dizendo: "Na altura éramos demasiado jovens, não estávamos preparados e não tínhamos condições para te dar uma boa vida..., tudo razões que, agora, do alto de todos estes anos e da minha experiência, me parecem tão... triviais."
Senti as lágrimas virem-me aos olhos e, ainda hoje de manhã, ao relembrar novamente a história, choro. A emoção e o desespero da senhora ao ver a vida terminar, o arrependimento de toda uma vida pela decisão tomada, a mágoa de terem perdido a relação que poderiam ter tido, a sensação de castigo com a falta de outros filhos, o medo que o filho não os quisesse ver... e a alegria de o reencontrarem e ele não lhes ter rancor e querer vê-los e inclui-los de certo modo na sua vida... e, acima de tudo, a esperança que dá saber que às vezes é possível corrigirmos uma decisão que nos transformou a vida. Nem sempre isso acontece, na maioria das vezes não acontece e tanta gente vive e morre com o arrependimento de algo que fizeram ou que não fizeram. Estes, pelo menos, puderam ter um final feliz. Não podem mudar o passado, mas podem ter um futuro que o compensa.
E compensa sempre,..
Mas, no caso deles, algum tempo depois voltaram a encontrar-se e reataram o namoro. Mais tarde casaram e 39 anos depois ainda estava juntos. Não tiveram mais filhos. Ainda houve uma gravidez, mas foi tubária e depois disso a senhora nunca mais pouco ter filhos.
Durante todo o tempo, pensaram sempre no filho que tinham dado para adopção e tentaram encontrá-lo, mas sem sucesso. Agora, 41 anos depois, a senhora estava doente com cancro e queria desesperadamente ver o filho pelo menos uma vez. Queria vê-lo e queria avisá-lo de que a sua doença é de origem genética. Com a ajuda de um investigador e do programa conseguiram-no. Encontraram o filho e também um neto de 11 anos que não sabiam que tinham. O filho tinha tido uns bons pais e uma boa vida, mas tinha uma pergunta: "Por que é que o tinham dado para adopção?"
O pai respondeu dizendo: "Na altura éramos demasiado jovens, não estávamos preparados e não tínhamos condições para te dar uma boa vida..., tudo razões que, agora, do alto de todos estes anos e da minha experiência, me parecem tão... triviais."
Senti as lágrimas virem-me aos olhos e, ainda hoje de manhã, ao relembrar novamente a história, choro. A emoção e o desespero da senhora ao ver a vida terminar, o arrependimento de toda uma vida pela decisão tomada, a mágoa de terem perdido a relação que poderiam ter tido, a sensação de castigo com a falta de outros filhos, o medo que o filho não os quisesse ver... e a alegria de o reencontrarem e ele não lhes ter rancor e querer vê-los e inclui-los de certo modo na sua vida... e, acima de tudo, a esperança que dá saber que às vezes é possível corrigirmos uma decisão que nos transformou a vida. Nem sempre isso acontece, na maioria das vezes não acontece e tanta gente vive e morre com o arrependimento de algo que fizeram ou que não fizeram. Estes, pelo menos, puderam ter um final feliz. Não podem mudar o passado, mas podem ter um futuro que o compensa.
E compensa sempre,..
Sunday, September 14, 2014
Ainda é possível
Já tive desilusões antes, mas antes era mais nova, antes era tão tímida quem nem dizia aos rapazes que gostava deles. Pensando nisso, era mais seguro assim, como eles não sabiam, não me magoavam porque não me rejeitavam. Consegui ultrapassar isso, essa timidez e esse medo da rejeição, mas pelos vistos ainda não consegui descobrir o que tenho de errado. Qualquer cão e gato arranja um companheiro, alguns até arranjam vários em sucessão. Não sou propriamente feia, nem estúpida, nem antipática. Então, porquê? Será porque que quero tanto que isso os assusta? Será o contrário? Sou lenta a perceber que alguém me acha piada e quando dou por isso já perdi a oportunidade? Serei exigente demais e os homens por quem me sinto atraída estão fora do meu intervalo de alcance? Será que só gosto de pessoas independentes com projectos de vida que não me incluem porque no fundo tenho medo de me prender?
Não sei. São demasiadas perguntas e tenho de lhes encontrar uma resposta, porque assim é que não dá. Não posso continuar a sentir-me um falhanço; tenho de recuperar a minha auto-estima, a minha confiança enquanto mulher. Afinal, consegui construir mais do que muitas pessoas: enfrentei os meus medos e inseguranças e fortaleci-me enquanto pessoa; mudei de profissão e construí uma carreira que adoro sozinha, tenho a minha casa, o meu lugar no mundo. Tenho amigos verdadeiros, alguns relações de décadas, e outros pessoas bem diferentes de mim, aqui e pelo mundo fora. Tenho o amor da família; tenho mágoas e feridas também, mas quem não as tem? Também no campo das relações hei-de conseguir, hei-de chegar lá. Esta dor e estas dúvidas já duram há tempo demais; chegou a hora de as resolver!
Não sei. São demasiadas perguntas e tenho de lhes encontrar uma resposta, porque assim é que não dá. Não posso continuar a sentir-me um falhanço; tenho de recuperar a minha auto-estima, a minha confiança enquanto mulher. Afinal, consegui construir mais do que muitas pessoas: enfrentei os meus medos e inseguranças e fortaleci-me enquanto pessoa; mudei de profissão e construí uma carreira que adoro sozinha, tenho a minha casa, o meu lugar no mundo. Tenho amigos verdadeiros, alguns relações de décadas, e outros pessoas bem diferentes de mim, aqui e pelo mundo fora. Tenho o amor da família; tenho mágoas e feridas também, mas quem não as tem? Também no campo das relações hei-de conseguir, hei-de chegar lá. Esta dor e estas dúvidas já duram há tempo demais; chegou a hora de as resolver!
Friday, January 17, 2014
Truth of life
«Sometimes people forget you and you don't even know why...
and that can hurt a lot more than a simple good bye.»
Saturday, January 11, 2014
Palavras
Everyone can write pretty words. But without actions backing them up they have no meaning. They become just pretty empty words. Sharing quotes is easy, living by them is harder...
Um simples 'olá' ou 'desculpa' podem fazer toda a diferença se forem ditos com coração...
Monday, December 30, 2013
Ano Velho
Esta noite povoaste os meus pensamentos. Lembranças, memórias, desejos... Saudades do que nunca chegou a ser... Talvez seja porque o ano se está a aproximar do fim... Não deixa saudades, este ano, nenhumas. Espero que 2014 seja bem melhor. Não quero criar expectativas, não vou sequer pedir o que realmente desejo. Espero que pelo menos traga sorrisos e paz de espírito. Pelo menos isso...
Sunday, December 01, 2013
Hoping for Miracles
Vi que vais partir… e tremo de ansiedade, de medo de criar
expectativas, de ansiar pelo milagre…
Tento agarrar-me aos factos: o facto de
não me teres procurado o ano passado, de não mais me teres contactado todo este
ano, o facto de que partir significa apenas isso: partir. Não quer dizer que
voltes nem que, mesmo que voltes, me procures…
Anseio pelo milagre de que tudo possa voltar ao antes do silêncio, mas sei que os milagres são raros...
No limite gostava que houvesse pelo menos uma palavra, um
encontro; a ser um final, gostaria que pudesse ser um bom final: com
sinceridade e frontalidade, permitindo pelo menos a coexistência da amizade, do
carinho, das boas lembranças. Acho que ambos merecíamos, pelo menos, isso.
Saturday, November 16, 2013
Danos colaterais
Acabei agora mesmo de ler uma notícia que adoraria comentar contigo. Adoraria saber a tua opinião sobre o assunto. Adoraria ficar a saber mais contigo, aprender, ouvir, trocar ideias... E não só sobre este assunto, mas sobre tanta coisa... Havia tanta coisa que adorava falar contigo, ouvir de ti...
De repente percebi que ao desapareceres da minha vida não perdi só uma possibilidade de romance. Perdi também o amigo. E dói,... muito...
http://expresso.sapo.pt/e-se-de-repente-a-informacao-voltasse-a-ser-paga=f841094
De repente percebi que ao desapareceres da minha vida não perdi só uma possibilidade de romance. Perdi também o amigo. E dói,... muito...
http://expresso.sapo.pt/e-se-de-repente-a-informacao-voltasse-a-ser-paga=f841094
Thursday, November 07, 2013
Simplesmente mais
Paradoxo curioso: as teorias de produtividade e de
eficiência no trabalho todas recomendam a criação de laços de afectividade entre
os empregados, a realização de eventos que reforcem o sentimento de partilha e
de pertença e de actividades de descontracção e diversão. Porquê? Porque já se
percebeu há muito tempo que os seres humanos não são máquinas, que as emoções,
as ligações humanas e os afectos contribuem para que as pessoas sejam mais felizes
e sendo mais felizes são mais produtivas. Parece óbvio, não é? Então por que
razão é que muita gente continua a limitar a sua vivência, fugindo dos afectos
por medo que isso lhes afecte o seu foco na carreira, por medo de diminuírem
nos seus níveis de performance? Não faz sentido, pois não? Eu sou suspeita, eu
sempre achei que somos seres complexos, sinergéticos e multifuncionais e que
concentrarmo-nos apenas em certas partes do nosso ser em detrimento de outras
não nos ajuda. Tal como nas empresas também na vida há custos não
quantificáveis resultantes deste auto-limitação. Quando recebia uma mensagem
carinhosa tua, o meu dia corria sempre melhor e não havia montanha que eu não
me sentisse capaz de conquistar. E era isso também que eu esperava que tu
sentisses com cada mensagem, com cada mimo meu: mais forte, mais rápido, mais proactivo,
mais inspirado… Mais… Mais amado.
Thursday, October 31, 2013
Perspectivas...
Ontem pensei ter-te visto na rua. Foi um vislumbre momentâneo e improvável, mas para o meu coração tu não estás a milhares de quilómetros de distância; continuas ainda tão presente que podes, de repente, surgir a qualquer esquina. A distância é irrelevante, não importa.
Nunca importou. Não para mim.
Nunca importou. Não para mim.
Monday, October 28, 2013
Home is where the heart is...
Comprei um cantinho para mim. Era uma ideia que há muito me andava na cabeça, mas uma dúvida aqui, uma hesitação ali: 'será que devo arriscar o investimento', 'e se daqui a pouco a minha vida mudar?', 'e se encontrar alguém, será que não vou precisar desse dinheiro para investir numa família?' Andei anos nisto. 'E se ficar com uma renda alta, depois não posso fazer as coisas que gosto, não posso viajar... terei de viver para a casa.'
Mas este ano a última mola de medo e hesitação que me prendia soltou-se. Foi o desespero que a soltou. Depois de te perder precisava fazer alguma coisa para me distrair da minha angústia, precisava de arranjar um foco, um projecto que me motivasse a avançar e esse foi a casa.
Percebi também que não vale a pena ficar à espera do dia em que fosse encontrar um companheiro com quem construir uma família. Percebi que isso pode nunca acontecer. Não sei o que o destino me reserva, mas se for para ficar só, mais vale começar a habituar-me já. Não vale a pena esperar por nada nem ninguém, porque nada é certo. Pode ser que ainda surja um milagre, mas se isso acontecer tudo se pode ajustar. Por agora vou tentar viver apenas com as cartas que tenho: tenho uma casa e posso construir um lar, mesmo que ainda não tenha com quem o partilhar.
Mas este ano a última mola de medo e hesitação que me prendia soltou-se. Foi o desespero que a soltou. Depois de te perder precisava fazer alguma coisa para me distrair da minha angústia, precisava de arranjar um foco, um projecto que me motivasse a avançar e esse foi a casa.
Percebi também que não vale a pena ficar à espera do dia em que fosse encontrar um companheiro com quem construir uma família. Percebi que isso pode nunca acontecer. Não sei o que o destino me reserva, mas se for para ficar só, mais vale começar a habituar-me já. Não vale a pena esperar por nada nem ninguém, porque nada é certo. Pode ser que ainda surja um milagre, mas se isso acontecer tudo se pode ajustar. Por agora vou tentar viver apenas com as cartas que tenho: tenho uma casa e posso construir um lar, mesmo que ainda não tenha com quem o partilhar.
I may not have the person yet, but at least now I have a place...
Friday, October 18, 2013
Eu consigo!
Durante muito tempo andei aqui a escrever o que gostaria que tivesses feito, a tentar adivinhar as tuas razões, os teus motivos, a tentar encontrar explicações... Enfim, tentava encontrar um fio nesta meada, algo a que me pudesse agarrar e um fio que me ajudasse a continuar. Não faço ideia se alguma vez o encontrei, mas não é disso que vou falar hoje.
Nos últimos dias, parece que estou a descobrir algo por entre as nuvens. Pode ser mais uma miragem, mas se me ajudar a encontrar o sol, pois, irei segui-la, por enquanto.
Apercebi-me de repente que, apesar da mágoa e da perda, que senti e ainda sinto, houve uma evolução em mim que pode ser positiva nisto tudo.
Um vez, numa das nossas conversas, disseste que eu era 'mais reservada'. Eu sempre me achei tímida, retraída, com medo de arriscar e essa foi talvez uma das razões porque cheguei sozinha a esta fase da vida. Porque sempre tive medo de me entregar. Esperava uma solução mágica, que alguém me descobrisse sem eu ter de me expor, mas isso nunca aconteceu.
E, de repente, contigo, eu expus-me. E não foi difícil, aconteceu! Consegui, fui capaz de me abrir e de arriscar.
Porque aconteceu contigo e não com outros, tem talvez a ver com a pessoa que tu és, com esse algo em ti que me fez confiar, que me fez sentir essa ligação tão forte. Mas, seja como for, independentemente de ti e de tudo o que aconteceu e não aconteceu entre nós, o ponto importante a reter aqui é esta descoberta:
Eu consigo! Eu sou capaz de me entregar!
Nos últimos dias, parece que estou a descobrir algo por entre as nuvens. Pode ser mais uma miragem, mas se me ajudar a encontrar o sol, pois, irei segui-la, por enquanto.
Apercebi-me de repente que, apesar da mágoa e da perda, que senti e ainda sinto, houve uma evolução em mim que pode ser positiva nisto tudo.
Um vez, numa das nossas conversas, disseste que eu era 'mais reservada'. Eu sempre me achei tímida, retraída, com medo de arriscar e essa foi talvez uma das razões porque cheguei sozinha a esta fase da vida. Porque sempre tive medo de me entregar. Esperava uma solução mágica, que alguém me descobrisse sem eu ter de me expor, mas isso nunca aconteceu.
E, de repente, contigo, eu expus-me. E não foi difícil, aconteceu! Consegui, fui capaz de me abrir e de arriscar.
Porque aconteceu contigo e não com outros, tem talvez a ver com a pessoa que tu és, com esse algo em ti que me fez confiar, que me fez sentir essa ligação tão forte. Mas, seja como for, independentemente de ti e de tudo o que aconteceu e não aconteceu entre nós, o ponto importante a reter aqui é esta descoberta:
Eu consigo! Eu sou capaz de me entregar!
Thursday, October 10, 2013
O amor é
Para mim, esta é a frase que define tudo o que sinto:
«O amor é o encontro de duas feridas... O amor verdadeiro é: eu amo a forma como te tentas curar, eu gosto da tua cicatriz».
E amar é ter medo de perder. Implica correr riscos. E o medo pode levar-nos a fazer coisas estranhas:
«tornamo-nos dependentes porque precisamos que o outro nos devolva, diariamente, a existência»
Ou
«podemos deixar de amar porque temos medo, sabotar tudo em vez de nos entregarmos e confiar totalmente, reduzir a importância desse amor, ligando-nos a uma actividade onde tudo depende de nós»
http://idademaior.sapo.pt/familia/lacos-familia/amor-verdadeiro-5-sinais-que-nao-enganam/
Mas o amor também pode ser: «aceitar irem juntos até ao desconhecido; viver a experiência do desejo; sentir-se vivo».
Mas esta parte fica para o próximo artigo...
«O amor é o encontro de duas feridas... O amor verdadeiro é: eu amo a forma como te tentas curar, eu gosto da tua cicatriz».
E amar é ter medo de perder. Implica correr riscos. E o medo pode levar-nos a fazer coisas estranhas:
«tornamo-nos dependentes porque precisamos que o outro nos devolva, diariamente, a existência»
Ou
«podemos deixar de amar porque temos medo, sabotar tudo em vez de nos entregarmos e confiar totalmente, reduzir a importância desse amor, ligando-nos a uma actividade onde tudo depende de nós»
http://idademaior.sapo.pt/familia/lacos-familia/amor-verdadeiro-5-sinais-que-nao-enganam/
Mas o amor também pode ser: «aceitar irem juntos até ao desconhecido; viver a experiência do desejo; sentir-se vivo».
Mas esta parte fica para o próximo artigo...
Saturday, September 28, 2013
You are worth it
Uma vez, quando falávamos sobre signos e mapas astrais, tu disseste-me que tinhas uma natureza 'atravessada'. Na altura entendi que querias dizer que eras uma pessoa com facetas contraditórias, algo de perfeitamente natural na maioria das pessoas. Agora, olhando para trás, acho que talvez estivesses inconscientemente a avisar-me... que para ti essas facetas opostas eram algo de negativo. Esse contraditório, essas facetas opostas, estão no teu relatório astrológico, de facto. Mas também estão no meu. Eu também tenho lados opostos. E também me custa lidar com eles.
Mas o curioso é que em ambos os relatórios o que nos é indicado é que o caminho para a felicidade passa pela integração de todas essas facetas. Aquelas que parecem negativas, muitas vezes são necessárias à nossa sobrevivência mental e emocional. A solução não é varrê-las para debaixo do tapete, fugir delas ou encará-las como defeitos. A solução é aprender a integrá-las, a olhá-las de frente, e ver como podemos utilizar a sua energia a nosso favor.
É difícil,... bem sei, ainda estou a tentar perceber como se faz; mas estou a tentar, passo a passo, tentativa e erro. Uma lição já aprendi, a culpa e a auto-piedade não ajudam, só bloqueiam.
Pode ser que nunca mais nos voltemos a ver, não sei, mas, independentemente de tudo o resto, quero dizer-te que não te detesto, nem nunca te detestei, em momento nenhum. A raiva dos últimos meses só existia justamente porque ainda gosto muito de ti. E é por isso que te digo: não fujas de ti mesmo. Tu vales a pena.
Mas o curioso é que em ambos os relatórios o que nos é indicado é que o caminho para a felicidade passa pela integração de todas essas facetas. Aquelas que parecem negativas, muitas vezes são necessárias à nossa sobrevivência mental e emocional. A solução não é varrê-las para debaixo do tapete, fugir delas ou encará-las como defeitos. A solução é aprender a integrá-las, a olhá-las de frente, e ver como podemos utilizar a sua energia a nosso favor.
É difícil,... bem sei, ainda estou a tentar perceber como se faz; mas estou a tentar, passo a passo, tentativa e erro. Uma lição já aprendi, a culpa e a auto-piedade não ajudam, só bloqueiam.
Pode ser que nunca mais nos voltemos a ver, não sei, mas, independentemente de tudo o resto, quero dizer-te que não te detesto, nem nunca te detestei, em momento nenhum. A raiva dos últimos meses só existia justamente porque ainda gosto muito de ti. E é por isso que te digo: não fujas de ti mesmo. Tu vales a pena.
Wednesday, July 24, 2013
À procura de um caminho
Dizem que a dor tem cinco estágios: Negação, Negociação, Depressão, Raiva e Aceitação.
Dizem que toda a gente numa situação de perda passa por eles. Pode não passar por todos, a sequência pode ser diferente para cada pessoa e alguns estágios podem até ser revisitados mais de uma vez.
Eu acho que já passei por todos. Já não tenho grandes esperanças que algum dia me procures. Se te afastaste porque não me querias é óbvio que não vais voltar atrás. Se me querias e afastaste-te por medo ou qualquer outra razão provavelmente o medo da minha reacção, a culpa e até, se calhar, uma ponta de orgulho não te deixarão dar o braço a torcer. Tenho pena porque contra toda a lógica ainda gosto de ti, mas já não há nada que possa fazer. Tenho de avançar e este blog, que durante tanto tempo foi o local onde escrevia tudo o que te queria dizer, agora já não o escrevo para ti; tudo o que aqui coloco é para mim. Para meu desabafo, para minha reflexão e aprendizagem. Para encontrar o caminho de um futuro feliz.
Dizem que toda a gente numa situação de perda passa por eles. Pode não passar por todos, a sequência pode ser diferente para cada pessoa e alguns estágios podem até ser revisitados mais de uma vez.
Eu acho que já passei por todos. Já não tenho grandes esperanças que algum dia me procures. Se te afastaste porque não me querias é óbvio que não vais voltar atrás. Se me querias e afastaste-te por medo ou qualquer outra razão provavelmente o medo da minha reacção, a culpa e até, se calhar, uma ponta de orgulho não te deixarão dar o braço a torcer. Tenho pena porque contra toda a lógica ainda gosto de ti, mas já não há nada que possa fazer. Tenho de avançar e este blog, que durante tanto tempo foi o local onde escrevia tudo o que te queria dizer, agora já não o escrevo para ti; tudo o que aqui coloco é para mim. Para meu desabafo, para minha reflexão e aprendizagem. Para encontrar o caminho de um futuro feliz.
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