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Sunday, December 21, 2014

Angels


I have a dream
a song to sing
to help me cope
with anything
if you see the wonder
of a fairy tale
you can take the future
even if you fail
I believe in angels
something good in
everything I see...
https://www.youtube.com/watch?v=WssQP1xWJRM


I need to believe in angels again, in the magic of a fairy tale, so I can have a future, even after I've failed. This is my fervent prayer for this Christmas: that I may be blessed with a renewal of hope... 

Tuesday, November 18, 2014

Love yourself

«Everybody has secrets.» 
Dr. Gregory House


«We are so accustomed to disguise ourselves to others that in the end we become disguised to ourselves.» 
François de La Rochefoucauld 


Accept your imperfections, your flaws, your weaknesses. You have no more and no less of them than anyone else. Let them be the stepping stones driving you forward, not the walls you hide behind of.

Different is beautiful too!



Thursday, October 09, 2014

Como um conto de fadas...

Ontem, num programa de tv, vi a história de um casal que me emocionou bastante. Tinham sido namorados na adolescência e ela tinha ficado grávida. Na altura, 1970, tinham decidido dar o bebé para adopção. Eram demasiado novos, não estavam preparados, não tinham dinheiro ou emprego, etc, etc. Pouco tempo depois acabaram o namoro e separaram-se. Quantas histórias terminam assim? Quase todas.
Mas, no caso deles, algum tempo depois voltaram a encontrar-se e reataram o namoro. Mais tarde casaram e 39 anos depois ainda estava juntos. Não tiveram mais filhos. Ainda houve uma gravidez, mas foi tubária e depois disso a senhora nunca mais pouco ter filhos.
Durante todo o tempo, pensaram sempre no filho que tinham dado para adopção e tentaram encontrá-lo, mas sem sucesso. Agora, 41 anos depois, a senhora estava doente com cancro e queria desesperadamente ver o filho pelo menos uma vez. Queria vê-lo e queria avisá-lo de que a sua doença é de origem genética. Com a ajuda de um investigador e do programa conseguiram-no. Encontraram o filho e também um neto de 11 anos que não sabiam que tinham. O filho tinha tido uns bons pais e uma boa vida, mas tinha uma pergunta: "Por que é que o tinham dado para adopção?"
O pai respondeu dizendo: "Na altura éramos demasiado jovens, não estávamos preparados e não tínhamos condições para te dar uma boa vida..., tudo razões que, agora, do alto de todos estes anos e da minha experiência, me parecem tão... triviais."
Senti as lágrimas virem-me aos olhos e, ainda hoje de manhã, ao relembrar novamente a história, choro. A emoção e o desespero da senhora ao ver a vida terminar, o arrependimento de toda uma vida pela decisão tomada, a mágoa de terem perdido a relação que poderiam ter tido, a sensação de castigo com a falta de outros filhos, o medo que o filho não os quisesse ver... e a alegria de o reencontrarem e ele não lhes ter rancor e querer vê-los e inclui-los de certo modo na sua vida... e, acima de tudo, a esperança que dá saber que às vezes é possível corrigirmos uma decisão que nos transformou a vida. Nem sempre isso acontece, na maioria das vezes não acontece e tanta gente vive e morre com o arrependimento de algo que fizeram ou que não fizeram. Estes, pelo menos, puderam ter um final feliz. Não podem mudar o passado, mas podem ter um futuro que o compensa.
E compensa sempre,..