Showing posts with label Amor. Show all posts
Showing posts with label Amor. Show all posts

Wednesday, March 18, 2015

Uma prece

Que seja hoje...
Que seja bom...
Que seja termine a espera...
Que comece a paixão...
Que eu seja finalmente plena...
Que haja desejo...
Que haja carinho...
Que haja partilha...
Que seja hoje!
Que seja bom!
É só o que peço.


Saturday, September 13, 2014

Um dia...

Ontem, caiu uma pestana à minha sobrinha. Na brincadeira fizemos o jogo de segurar ambas na pestana e pedir um desejo. Aquela que ficasse com a pestana colada ao dedo via o seu desejo realizado. E eu desejei que tu e eu pudéssemos estar juntos.
Nem pensei, passou-me como um raio pela cabeça.
Como é possível ao fim de todo este tempo ainda te desejar. Eu bem te tento esquecer, mas obviamente até nisso sou um falhanço. Já não basta não saber seduzir, cativar - sei lá - criar laços com um homem; também não te consigo esquecer...
Acho que nunca fiz mal a ninguém, toda a vida o meu maior sonho era encontrar um companheiro de vida: amigo e amante. Mas falhei. Teria sido mais fácil ter como sonho querer ser rica ou bem sucedida profissionalmente, mas não sou talhada assim, dinheiro e status não me motivam, afecto sim. Preciso de laços humanos, de amor. Não sei o que é ser amada por um homem, alguém para quem somos importantes, que nos quer ao seu lado porque sem nós a vida é mais triste. Que nos ama só porque sim. E custa cada vez mais ver os anos a passar e a esperança de isso alguma vez acontecer diminuir; afinal, nós mulheres temos o tempo contra.
Já me passou pela cabeça a ideia louca de ter um filho, uma produção independente, alguém para amar e que me amasse, mas uma criança não deve nascer para ser a cura dos falhanços dos pais. É um fardo pesado demais para carregar: colmatar aquilo que o pai ou a mãe não conseguiram alcançar por si. Não posso fazer isso, não seria correto. Tenho de continuar a seguir em frente, um dia de cada vez, rezando para que exista alguém por aí no mundo que ache que eu valho a pena, que me deseje, que me acarinhe que me ame. Um dia, a sorte também há-de sorrir para mim.

Monday, June 30, 2014

Banda sonora

Hoje ouvi estas duas canções. Passaram no rádio uma a seguir à outra. Curiosamente, eram canções que me faziam ter esperança há um ou dois anos atrás.

I've loved you for a 1000 years, I'll love for a 1000 more...


e

We're not broken just bent and we can learn to love again...


O meu horóscopo para estes dias dizia para eu prestar atenção às coincidências, que estes eram dias de renascimento, de surpresas inesperadas, de regeneração. Mas o meu horóscopo dos últimos 4 meses também dizia que esta era uma altura em que a probabilidade de me apaixonar e iniciar um relacionamento 'joyful' era elevada. Pois! Didn't happen!

Sunday, February 16, 2014

No expectations, no pain

Ia escrever mais uma mensagem de mágoa... mas não vale a pena. Nada do que eu disser te vai fazer voltar. É uma pena que volta e meia eu ainda tenha dias assim, onde do nada mergulho na tortura da dúvida de me questionar se a ternura alguma vez foi verdade; na angústia de me ter iludido tanto, de ter sido tão parva, tão crédula, de me ter atirado de cabeça sem rede, de ter confiado tanto na minha intuição.
Já não interessa. Sempre fui tão cautelosa, sempre tive tanto medo dos relacionamentos, de me magoar, e quanto arrisquei, quando confiei, espalhei-me.
O proverbio está certo «Good girls go to heaven (alone), but bad girls go everywhere».
Pois está na hora de ser uma 'bad girl'. A menina boazinha, honesta, cuidadosa com os sentimentos dos outros não ganha nada com isso. É posta de lado como se fosse descartável, não merecendo sequer uma palavra de adeus. Mais vale um tipo que nos queira só para a cama. Ao menos quer-nos... ainda que só por uma vez. Tenho de deixar de ser tão idealista, de acreditar no amor. Quando amamos somos magoados, é melhor viver apenas no momento. Espero consegui-lo...


Friday, January 17, 2014

Truth of life

«Sometimes people forget you and you don't even know why... 
and that can hurt a lot more than a simple good bye.»



Monday, December 30, 2013

Ano Velho

Esta noite povoaste os meus pensamentos. Lembranças, memórias, desejos... Saudades do que nunca chegou a ser... Talvez seja porque o ano se está a aproximar do fim... Não deixa saudades, este ano, nenhumas. Espero que 2014 seja bem melhor. Não quero criar expectativas, não vou sequer pedir o que realmente desejo. Espero que pelo menos traga sorrisos e paz de espírito. Pelo menos isso...


Sunday, December 01, 2013

Hoping for Miracles

Vi que vais partir… e tremo de ansiedade, de medo de criar expectativas, de ansiar pelo milagre… 
Tento agarrar-me aos factos: o facto de não me teres procurado o ano passado, de não mais me teres contactado todo este ano, o facto de que partir significa apenas isso: partir. Não quer dizer que voltes nem que, mesmo que voltes, me procures… 
Anseio pelo milagre de que tudo possa voltar ao antes do silêncio, mas sei que os milagres são raros...
No limite gostava que houvesse pelo menos uma palavra, um encontro; a ser um final, gostaria que pudesse ser um bom final: com sinceridade e frontalidade, permitindo pelo menos a coexistência da amizade, do carinho, das boas lembranças. Acho que ambos merecíamos, pelo menos, isso.


Thursday, November 07, 2013

Simplesmente mais

Paradoxo curioso: as teorias de produtividade e de eficiência no trabalho todas recomendam a criação de laços de afectividade entre os empregados, a realização de eventos que reforcem o sentimento de partilha e de pertença e de actividades de descontracção e diversão. Porquê? Porque já se percebeu há muito tempo que os seres humanos não são máquinas, que as emoções, as ligações humanas e os afectos contribuem para que as pessoas sejam mais felizes e sendo mais felizes são mais produtivas. Parece óbvio, não é? Então por que razão é que muita gente continua a limitar a sua vivência, fugindo dos afectos por medo que isso lhes afecte o seu foco na carreira, por medo de diminuírem nos seus níveis de performance? Não faz sentido, pois não? Eu sou suspeita, eu sempre achei que somos seres complexos, sinergéticos e multifuncionais e que concentrarmo-nos apenas em certas partes do nosso ser em detrimento de outras não nos ajuda. Tal como nas empresas também na vida há custos não quantificáveis resultantes deste auto-limitação. Quando recebia uma mensagem carinhosa tua, o meu dia corria sempre melhor e não havia montanha que eu não me sentisse capaz de conquistar. E era isso também que eu esperava que tu sentisses com cada mensagem, com cada mimo meu: mais forte, mais rápido, mais proactivo, mais inspirado… Mais… Mais amado.


Thursday, October 31, 2013

Perspectivas...

Ontem pensei ter-te visto na rua. Foi um vislumbre momentâneo e improvável, mas para o meu coração tu não estás a milhares de quilómetros de distância; continuas ainda tão presente que podes, de repente, surgir a qualquer esquina. A distância é irrelevante, não importa.
Nunca importou. Não para mim.


Thursday, October 10, 2013

O amor é

Para mim, esta é a frase que define tudo o que sinto:
«O amor é o encontro de duas feridas... O amor verdadeiro é: eu amo a forma como te tentas curar, eu gosto da tua cicatriz».

E amar é ter medo de perder. Implica correr riscos. E o medo pode levar-nos a fazer coisas estranhas:
«tornamo-nos dependentes porque precisamos que o outro nos devolva, diariamente, a existência»

Ou

«podemos deixar de amar porque temos medo, sabotar tudo em vez de nos entregarmos e confiar totalmente, reduzir a importância desse amor, ligando-nos a uma actividade onde tudo depende de nós»

http://idademaior.sapo.pt/familia/lacos-familia/amor-verdadeiro-5-sinais-que-nao-enganam/


Mas o amor também pode ser: «aceitar irem juntos até ao desconhecido; viver a experiência do desejo; sentir-se vivo».

Mas esta parte fica para o próximo artigo...

Saturday, September 28, 2013

You are worth it

Uma vez, quando falávamos sobre signos e mapas astrais, tu disseste-me que tinhas uma natureza 'atravessada'. Na altura entendi que querias dizer que eras uma pessoa com facetas contraditórias, algo de perfeitamente natural na maioria das pessoas. Agora, olhando para trás, acho que talvez estivesses inconscientemente a avisar-me... que para ti essas facetas opostas eram algo de negativo. Esse contraditório, essas facetas opostas, estão no teu relatório astrológico, de facto. Mas também estão no meu. Eu também tenho lados opostos. E também me custa lidar com eles.
Mas o curioso é que em ambos os relatórios o que nos é indicado é que o caminho para a felicidade passa pela integração de todas essas facetas. Aquelas que parecem negativas, muitas vezes são necessárias à nossa sobrevivência mental e emocional. A solução não é varrê-las para debaixo do tapete, fugir delas ou encará-las como defeitos. A solução é aprender a integrá-las, a olhá-las de frente, e ver como podemos utilizar a sua energia a nosso favor.
É difícil,... bem sei, ainda estou a tentar perceber como se faz; mas estou a tentar, passo a passo, tentativa e erro. Uma lição já aprendi, a culpa e a auto-piedade  não ajudam, só bloqueiam.
Pode ser que nunca mais nos voltemos a ver, não sei, mas, independentemente de tudo o resto, quero dizer-te que não te detesto, nem nunca te detestei, em momento nenhum. A raiva dos últimos meses só existia justamente porque ainda gosto muito de ti. E é por isso que te digo: não fujas de ti mesmo. Tu vales a pena.


Thursday, September 19, 2013

Monday, September 02, 2013

Revelações

O meu horóscopo hoje diz que se eu revelar o meu amor por alguém isso pode dar uma nova direcção à relação. Esse não é o ponto. O ponto não é eu revelar o que sinto por ti; sempre o revelei e este blogue é a prova que, para mal dos meus pecados, ainda continuas a ocupar o meu coração. Não, o ponto é eu não saber o que tu sentes por mim... Correcção! É eu conseguir meter na cabeça e no coração, ensurdecidos pelo teu silêncio, o quanto não sentes, nunca sentiste, nunca sentirás nada por mim.
Às vezes ainda me iludo... sonho que uma mensagem de status possa ser uma indirecta para mim, alucino a pensar que um piscar de 'online' no telefone possa ser um sinal do universo para ter esperança, mas, para quê?... só para me desiludir constantemente a mim mesma.
Os meses passam e eu não consigo sair deste buraco. Um dia melhor, é seguido por uma semana de desespero. Assim não é possível ninguém viver...



Monday, August 19, 2013

A única coisa que te peço....

Há 2 anos atrás fui eu que me afastei de ti e cortei o contacto. Achava que me andavas apenas a enrolar e, honestamente, reconheço que queria ver se notarias o meu silêncio e se sentirias a minha falta. Nunca me disseste nada. Custou muito passar aquelas semanas sem as nossas trocas de mimos, mas eu tinha jurado a mim mesma ser forte. Se não vinhas atrás de mim era porque não querias. Ao fim de algum tempo (ainda demorou alguns meses), houve um dia em que pela primeira vez não pensei em ti. Em que me senti contente, calma e a fazer planos para o verão que se avizinhava. Lembro-me que fui sozinha para uma esplanada e ali estive a escrever e a gozar simplesmente o sol. De repente, uma semana depois, vejo no FB que partiste para longe. Mandei-te uma mensagem algo amarga. Tu respondeste. E tudo recomeçou. Mas hoje a minha dúvida é simplesmente esta. Se não querias nada comigo, se até já estavas longe a começar uma vida nova e com isso tinhas a desculpa perfeita para não alimentar as minhas expectativas, então porque me convidaste a visitar-te, porquê o nosso reencontro aqui depois, porquê todo o carinho nas nossas mensagens? Para quê tu isso e depois, acabares, de repente, sem aviso, sem nada? É isso que não entendo…

Já pensei se serias gay… Se fores, aceito. Não é algo que eu leve a mal ou seja contra. Somos o que somos, simplesmente. Não acho sequer que mo devas confessar se o fores. É algo de íntimo e privado de cada um, que podes querer partilhar ou não, e os outros não tem nada a ver com isso. A única coisa que me magoa aqui é que, se for essa a explicação, então porque me deste trela, porque me foste alimentando a esperança durante tanto tempo? Qual era o gozo? Era para me mostrares a alguém e dissipares dúvidas? Sinceramente não percebo. Já estavas longe… Para quê o teatro todo? Para quê magoares-me…?

Às vezes sinto uma vontade imensa, um desejo brutal de receber um mimo teu. Uma daquelas migalhas que me iluminavam o dia… Então a tentação aperta e quase te escrevo. Mas recuo sempre no último minuto, por medo. E se tu n me responderes, o que faço depois?


Não vês mesmo o quanto quero que fales comigo? O quanto desejo uma palavra tua que me diga que está tudo bem, que ainda me queres. Não vês, ou vês e não queres dizer nada. E se não dizes nada é porque não queres mesmo mais nada comigo, ou é porque não consegues explicar o que aconteceu? Achas que te vou atacar? Meu querido, eu só quero perceber o que aconteceu… Só te peço esse favor: em nome do carinho que possas alguma vez ter sentido por mim, por favor, fala comigo. 

Tuesday, August 13, 2013

Tremores

Houve uma vez que passei uma noite inteira em sobressalto, adormecendo e acordando e verificando constantemente o telemóvel só para ver se estavas online... Foi da primeira vez que ouvi falar de um tremor de terra forte aí. Parece que foi há tanto tempo... ainda me importo, ainda me assusto, mas tu não precisas da minha preocupação para nada,... já não precisas de mim para nada... E eu vou lutar contra este sentimento que ainda tenho. Afinal, para quê continuar a sentir?...


Hopeless dreams

Hoje sonhei que nos encontrávamos, que falávamos finalmente; tinha sido tudo um mal-entendido e tu afinal gostavas de mim... nada tinha sido mentira. E depois fazias amor comigo... e era tão bom...
Acordei a chorar... Porque é que não te esqueço? O que é que tu fizeste comigo?


Sunday, July 21, 2013

Paz

Alguns meses antes de te reencontrar tinha alcançado um patamar em que me sentia em paz com vida. Tinha assumido que se calhar já não ia encontrar um companheiro e construir uma relação, mas tinha aceitado isso. Ok, não vou ter uma família, não vou ser mãe, mas posso ser feliz à mesma. Tenho amigos, um trabalho que me realiza, posso viajar, posso ter o meu espaço e posso ser feliz assim. Com sorte, talvez possa até viver algum romance fugaz, um caso de verão. Serei feliz assim, desfrutando dos pequenos momentos felizes do dia-a-dia.
E então tu apareceste… E acordaste aquela jovem tímida, ingénua e sonhadora que te tinha amado antes. Respondeste aos meus mimos, deste-me carinho, ouviste-me, demonstraste interesse. Por mais patético que isto possa soar, a verdade é que foste o mais perto que estive de uma relação. E eu vi a oportunidade de viver o amor por que sempre tinha esperado no meu caminho.

Agora, 3 anos depois, desapareceste da minha vista e deixaste-me num espaço vazio e frio, sem saber sequer se houve algo de verdade no que se passou entre nós ou se foi uma miragem apenas...
Depois deste vislumbre de felicidade não consigo voltar àquele lugar de paz e contentamento em que estava antes. Mas não posso ficar aqui, porque aqui morro, aqui estou a destruir-me. Tenho de avançar, tenho de encontrar o amor de novo ou, então, conseguir voltar à inocência de antes em que não sabia o que isso era. Só que não sei como o fazer… Mas, pela minha felicidade, espero descobrir como em breve, espero que algo ou alguém, uma inspiração ou um conselho, me indiquem por onde começar… Mas hei-de conseguir.

Wednesday, July 17, 2013

Should have...

O meu horóscopo pessoal diz que eu tenho tendência a abdicar demasiado de mim, daquilo que quero e desejo em prol daqueles que amo e, consequentemente, muitas vezes acabo por ser dominada e rejeitada por eles. Isto acontece por duas razões: para mim as relações e a cooperação têm uma importância primordial - é através delas que me defino; e tenho o mau hábito de achar que amar é sacrifício. Tudo isto é inconsciente, claro. Só que ultimamente está a começar a ficar menos inconsciente. Começo a perceber uma grande verdade aqui. É verdade que as relações, os amigos, o amor e a família são o centro do meu mundo e é verdade que muitas vezes calo-me e anulo-me para manter a paz, para não confrontar, para agradar e para não alienar ninguém. Mas, se calhar, começo agora a pensar que tenho de aprender a dizer não mais vezes, a lutar pelo que quero (mesmo que isso pareça egoísmo) e a não ceder tanto. Acho que tenho feito isso a minha vida inteira e fi-lo também contigo. Dei-te todo o espaço e tempo que precisaste, quando tudo o que eu queria estar contigo. É verdade que me afastei algumas vezes, mas fui eu que voltei sempre, não foste tu que me perseguiste. Isso deveria ter sido um sinal para mim. Devia ter-te confrontado e exigido uma definição. Não o fiz porque não te queria perder e, afinal, perdi-te na mesma…
Nada disto apaga a tua atitude. Essa é da tua inteira responsabilidade. Mas se sofro ainda agora, parte desse sofrimento tem a ver comigo; com o facto de te ter colocado tão depressa num lugar tão central na minha vida; e por ter cedido demais, esperando e compreendendo. Tem sido assim a minha vida: sempre à espera, sempre apoiando e sendo compreensiva, quando muitas vezes devia ter dado um murro na mesa e exigido que as minhas necessidades também fossem satisfeitas.
Esta é a lição que estou a aprender agora. Para teu bem, espero que também tu tenhas aprendido algo com o que se passou entre nós, porque se é assim que ages para com aquelas por quem dizes sentir carinho, não admira que estivesses sozinho quando te reencontrei. Também tu sabotas as relações e te devotas ao falhanço.

Somos mais parecidos do que julgas… sempre to disse.


Monday, July 15, 2013

Preciso de um raio de esperança...

Alguém escreveu isto na sua actualização de estado:


«Eu não tenho medo do amor.

Eu tenho medo de amar quem tem medo dele.
Amar quem teme o amor é como se apaixonar por uma sucessão de desistências.»


Acho que é isso... devo ter uma espécie de bússola para os 'indisponíveis'. Se calhar, isto é, em si mesmo, um tipo de medo meu. Corro atrás do que vai falhar porque se calhar, bem no fundo, não acredito que mereço viver uma história de amor... 

Eu queria esquecer-te. Queria ultrapassar isto, mas há dias em que já nem consigo ter fé de que alguma vez o vá conseguir. Estou ferida demais, não sei se depois de ti consigo suportar mais uma desilusão...


Thursday, July 04, 2013

Oportunidades

Continuo a colocar fotos. Acho que, bem no fundo, resta-me ainda um vislumbre de esperança de que nenhuma das tuas palavras fosse mentira, que sentisses mesmo carinho por mim e que, talvez, um dia, algo se agite dentro de ti e percebas que precisas de me mim e que tens de fazer alguma coisa por isso.
Ainda espero que isso aconteça e que ainda venhas a tempo, porque as fotografias também servem outro objectivo: se é verdade que não te importas, pode ser que alguém as veja e queira aproveitar a oportunidade.

Aquela que eu te ofereci e que tu rejeitaste…