Monday, April 01, 2013

O que eu quero

Escrevi isto outro dia. É apenas uma ideia genérica.

O que procuro num homem: Procuro um companheiro/amigo/amante para relação de longo prazo, exclusiva, para constituir família. Quero um homem honesto, simpático inteligente e que goste de mim. Que tenha as suas ideias e opiniões próprias, mas que os seus valores e objectivos de vida sejam semelhantes aos meus. Que tenha os seus projectos e interesses, assim como eu também tenho os meus. Será excelente se forem coisas que podemos partilhar os dois, mas também não me importo se tivermos hobbies e gostos diferentes. Não quero uma cópia de mim, que tenha de andar sempre colado a mim e, por isso, não me faz qualquer diferença que possa ter actividades que goste de fazer sem mim, assim como eu também tenho as minhas. Quero alguém que procure uma companheira de vida, que tenha curiosidade e interesse por mim, que respeite o que eu penso, mesmo quando não concorda e que me valorize enquanto pessoa. Do mesmo modo, quero alguém que eu possa admirar, respeitar e aprender com. Não me interessa a sua profissão, não me interessa quanto dinheiro ganha, que cargo tem ou quantos gadgets pode comprar, desde que em conjunto possamos ter uma vida confortável. Mas gostava que fosse alguém feliz com o que faz e que se orgulhasse do seu trabalho. Por ele, não por mim. Gostava que fosse uma pessoa de mente aberta e espírito humanista, que luta por ultrapassar os obstáculos que se possam aparecem à frente. Alguém simpático para com as pessoas em geral, boa onda, curioso e interessado pela vida. 
Admito que tenho defeitos: sou um pouco reservada e não me entrego facilmente, mas quando o faço sou extremamente leal. Sou um pouco teimosa e susceptível e não reajo bem a manipulações ou críticas, mas tenho um espírito de colaboração muito forte e procuro sempre situações de compromisso, win-win. Não sou uma pessoa muito doméstica, por isso não dou para mãe de ninguém, mas por outro lado também não sou daquelas chatas capazes de massacrar um homem por horas porque deixou as meias fora de sítio. Acharei que tanto eu como o meu companheiro temos sempre prioridade sobre as lides domésticas.

Pode ser sumarizado assim:
O que procuro num companheiro: amor, paixão, amizade, afinidade de valores, fidelidade, companheirismo, confiança, generosidade, lealdade, perspectivas de vida semelhantes, respeito, tolerância. 

E num relacionamento: estabilidade, colo, um lar, uma parceria, espírito de equipa, cumplicidade, liberdade para sermos nós mesmos, apoio. 

O que eu procuro é também o que eu ofereço, o que eu quero dar ao meu amor. É um caminho com dois sentidos.
...Um caminho que queria percorrer contigo, porque sinto que és tudo isto... e muito mais!



Saturday, March 30, 2013

Friday, March 29, 2013

Antes de Dezembro...

Eu costumava sonhar com o momento em que nos encontrássemos... O que diríamos, como nos abraçaríamos - os dedos entrelaçados, os beijos cheios de saudade... E depois talvez um café, conversar... com sorte um almoço ou um jantar juntos. Queria estar bonita para ti, comprei roupa, fui ao cabeleireiro... tontices...
Queria ver o teu sorriso! Queria saber de ti, queria ouvir tudo o que se passou neste longo ano, apertar-te a mão, dar-te força! E queria contar-te de mim, explicar-te os meus stresses; que só existem porque te quero tanto...
Eu costumava sonhar... e o sonho era tão bom...


Tuesday, March 26, 2013

O problema da sedução

Mandaram-me este texto hoje, uma newsletter de um site que subscrevo. E fez-me doer... porque eu há muito que pressinto tudo isto, há muito que quero mais, que procuro uma relação completa. E nunca a tive... Se calhar, devia ser assim, superficial, jogar o jogo da sedução. O problema é que não o sei jogar: por um lado falta de auto-estima, acho logo que não tenho esse tipo de armas (era por isso que detesto a área comercial, por achar que não iria conseguir seduzir o cliente, que ele ia notar perfeitamente a minha falta de honestidade - para mim iludir é enganar); e por outro um desprezo profundo por estes jogos de enganos, egoístas, que brincam a seu bel-prazer com os sentimentos dos outros, como num jogo de espelhos, sem se importarem com a dor que podem causar.

«Quem só gosta de seduzir nunca experimentará uma relação plena…

No mundo corrido em que vivemos, as relações presenciais vão sendo substituídas pelos namoros virtuais e o toque físico pela webcam. A regra geral é seduzir, mas não se envolver. É como se não tivéssemos mais tempo para “aprofundar a relação”. Ao sexo – e ao amor – bastam os mistérios da atracção e o desejo dos olhares. Não há lugar para o afecto mais profundo.

Quem aceita viver assim alimenta-se apenas da fantasia e deixa de construir um relacionamento completo, pois sobre pilares tão frágeis nada pode se sustentar. Não é que no jogo da sedução não haja promessas de afecto. Elas existem, mas são difíceis de serem cumpridas, o que acabaria com o próprio mecanismo de sedução. Ninguém se entrega.

A fantasia é fundamentada, mas fica sem sentido se ambos não passam dessa etapa do relacionamento. Uma relação que se fixa na superficialidade do amor, sem o conhecimento mais inteiro do outro, logo acaba. O não envolvimento impossibilita o crescimento da relação, fazendo com que cada parceiro desenvolva um medo enorme de descobrir o que se passa na cabeça do outro. Ao “desvendar” os mistérios da outra pessoa, nós “descortinamos” a sua imagem real, que pode ser diferente da fantasia que criamos. Esse processo parece perigoso – e de facto é, se considerarmos o envolvimento um perigo –, porque pode mobilizar emoções que vão além do “jogo de cena”.

Quem gosta de seduzir nunca chega a essa etapa do desenvolvimento da relação, mas quem a esta altura já percebeu que ama vai em frente, quer mais. Quem descobrir a cada dia a história e os caminhos do outro, num processo que não cansa, não satura. É essa busca que alimenta a relação, é essa (re)descoberta a cada dia que fortalece o laço de união.

Se a relação fica “fechada” na sedução ou se um julga já ter descoberto todos os mistérios do outro, isso torna-se impossível. E a felicidade a dois, também!»

Monday, March 25, 2013

Um mimo...

Oh meu Deus, como eu desejava que ainda fosse o ano passado e que eu ainda te pudesse mandar uma mensagem, receber um mimo, sentir que havia alguém no mundo que me apoiava... Que desejava que o meu dia corresse bem... É tudo tão difícil... E estou tão cansada...

Sunday, March 24, 2013

Desatar o nó

E, mais uma vez, volto ao mesmo. A este nó na minha cabeça que não se desata... O que significa o que não aconteceu quando cá vieste, porque não me quiseste ver:
- Se foi porque te desinteressaste de mim, nada mais posso fazer. Ponto final. Resta-me lamber as feridas e acreditar que durante algum tempo sentiste carinho por mim. Só assim posso confiar nos meus instintos para poder seguir em frente, com esperança no futuro.
- Se foi porque se sentiste bloqueado e sem solução. Porque não viste uma saída para a situação em que te encontras; não podes desistir do projecto em que investiste, não podes voltar atrás e não vês modo de seguir para uma outra opção. Se for este o caso eu compreendo. Sei que é difícil e só te quero ajudar com o meu carinho e apoio. Mas o meu apoio não implica eu sacrificar-me completamente numa espera eterna, sem voz, sem poder contribuir para a solução. Nunca te pedi nenhuma mudança radical. Só queria que me deixasses chegar perto, devagar, um dia aqui, uma semana ali, mensagens, conversas, abraços, carinho, paixão, conforto...
Tenho medo, muito medo... Por ti. Temo que um dia acordes e percebas que desperdiçaste a vida e que ignoraste a felicidade. E digo isto, mesmo que essa felicidade não passe por mim. Mas eu ainda gosto de ti, muito, e dói-me, assusta-te mesmo, pensar que podes um dia chegar a esse cume que tanto ambicionas e descobrir que sacrificaste tudo por um prémio vazio que não vale o que pensavas que valia.
Tu podes ter tudo! Não te limites percorrer apenas um túnel para chegar a um único destino!
Há estradas mais amplas, mais luminosas, mais ricas que te podem conduzir a vários destinos simultâneos, muito maiores e mais gloriosos do que aquele com que sonhas.

Thursday, March 21, 2013

I deserve to heal II

Just saw a show on Dr. Phil about a woman that fell in love with a guy over the Internet. They talked and made promises over 10 months, but he kept postponing a meeting and at last he suddenly stopped contact. Oh God! I hope that wasn't my story!! At least we did meet and you never made me promises of future... But the rest... you did postponed me, and you never came after me... what does that say about me? That I'm that worthless and undesirable? And what does it say about you? That you are selfish and like to play with people's feelings for your own amusement? I wish I could have an answer. That's what you owe me: an answer!


Wednesday, March 20, 2013

I deserve to heal...

This is your horoscope for Friday.
I wish it meant a change in you that would allow you to accept my love and not be afraid of the changes it might make in your life, because they will be good...
But with my luck in these kind of matters, it will probably mean you will find/get envolved with someone else...
If it will be the latter, my only hope is that I don't know about it. If you do find someone else, or have already found someone else, I pray I may only know about it after I've moved on with my life. Because I deserve to be happy and not have some salt rubbed in the wound.

Constructive changes
This influence may have the effect of intensifying experiences in your love life. Through love you will seek feelings and emotions that transport you out of the ordinary. This same energy may lead to indiscretions in love relationships, which could cause problems later on. If you bear this in mind, however, you will have little difficulty during this time. There are powerful energies at work in your love life today and they can work to bring about constructive changes in your relationships. These energy patterns are dangerous to your relationships only if you are unconscious of their processes or if you are unwilling to deal with their root causes. You may have to handle quite a bit of energy to make this influence work out, but it could be a powerful force for good.

Monday, March 18, 2013

How do I love thee

Não sei, sinceramente não sei porque não te consigo esquecer... É algo de intangível que não consigo explicar que me mantém ligada a ti.
É paradoxal: tu fugiste de mim e eu não te esqueço, outros perseguem-me e eu não consigo sentir por eles o que se calhar até mereciam. Mereciam que eu lhes desse uma oportunidade e eu não a dou. Não dou esperanças, corto as vazas, não deixo sequer que se aproximem.
Se eu apenas quisesse um 'marido', não estaria sozinha. Mas eu, estupidamente, sou sincera demais e só me entrego a quem amo. E tu, com o teu jeito de ser, a tua inteligência, a tua sensibilidade, a tua individualidade, cativaste-me... Só tu.
Mas tu não me queres, e eu tenho de encontrar uma forma de avançar, porque também eu não mereço correr atrás de quem me rejeita...



Wednesday, March 13, 2013

All about soul

Esta é uma das minhas canções de amor favoritas. Durante anos sonhei encontrar alguém que sentisse por mim o que ele descreve. Queria ser o pilar, o apoio, a força, o carinho, a ternura e a paixão para alguém. Queria ser isso para ti...



Monday, March 11, 2013

Promessas

Li isto hoje...

‎"Os homens nunca dizem: «Já não gosto.» Dizem: «O problema não está em ti, está em mim. Preciso de pensar, preciso de espaço...». As mulheres são muito mais directas: «Deixei de gostar de ti.» E pronto. Os homens nunca o dizem, porque querem que a mulher fique de reserva."
António Lobo Antunes

Espero que a razão do silêncio não seja essa - deixares-me de reserva - porque se o for isso faria de ti um canalha e um cínico e nesse caso eu deixaria de te amar para te passar a odiar. 
Eu compreendo e posso aceitar o medo, a fragilidade, a ansiedade, o pânico... Aceito também o silêncio nascido da incapacidade de encontrares uma solução para nós. Aceito até que já não gostes de mim e tenhas medo de me magoar ainda mais dizendo-me isso. 

Na realidade, não acho o Lobo Antunes tenha razão no teu caso, porque, afinal, os homens que querem ter as mulheres de reserva são também os mesmos que as usam, prometendo o que não querem cumprir para conseguir o que querem. E, verdade seja dita, tu não me usaste, nem nunca me prometeste nada... Eu fiquei porque quis... 

Porque acho que vales a pena!


Saturday, March 09, 2013

Porque sou mulher

Hoje deixo-te aqui duas coisas que encontrei no FB...

A primeira é o post de um homem sobre o dia da mulher, em que a certa altura diz:
«as mulheres trocam os homens por felicidade; os homens trocam as mulheres por mais infelicidade»
Eu ainda não te troquei, porque acho ainda que és o caminho para a minha felicidade...


A segunda é esta:

Eu não quero que tu deixes de ser quem és, só quero que tu me dês a liberdade de existir ao teu lado... 

Friday, March 08, 2013

Ainda...

Apenas passaram dois meses, mas continuo a pensar em ti todos os dias. Preocupo-me se estás bem, se não te estás a matar com trabalho, se tens tempo para cuidar de ti, descansar, divertires-te... E de repente tenho medo! E se afinal estás a divertir-te? E se já me esqueceste?
É estupidez, eu sei. Afinal, não falas comigo... não queres saber de mim. Por que razão me deveria preocupar com o teu bem-estar ou ter ciúmes?
Não há razão nenhuma, simplesmente ainda gosto de ti...


Monday, March 04, 2013

Win-Win

Sabes o que me me magoa mais? Não me teres dado uma oportunidade. Decidiste simplesmente que tal como a tua vida se encontrava, eu não encaixava nela e nunca quiseste ouvir o meu lado. Não sabes que opções eu poderia oferecer, que sugestões eu poderia ter dado... Se calhar, se tivessemos falado, podíamos ter encontrado uma solução que funcionasse para os dois ou, no limite, podia até ser que eu tivesse compreendido o teu ponto de vista... Não é isso que se faz nos negócios e nas reuniões? Encontrar uma situação win-win? Era só isso que eu queria. Win-win para ambos! Assim, eu fiquei em lose e tu... tu não sei se ganhaste alguma coisa com isto. Só tu o podes saber...


Friday, March 01, 2013

Memories of a heart...


On this day, 3 years ago, I met my Past for lunch. Suddenly, surprisingly the Past seemed to want to be part of my Present. The Future was smiling and Hope was revived. But then, as suddenly as it had appeared, the Past left without a word. Leaving no traces behind,... except in my Heart…


Thursday, February 28, 2013

Frágil


Se calhar estou a interpretar tudo mal e a fazer uma série de conjecturas que não têm nada a ver. Mas se o faço é porque simplesmente ainda não te consegui esquecer e preciso de compreender o que se passou. O que sinto por ti também me surpreendeu a mim. Sempre fui romântica, mas nunca fui assim tão impulsiva e arrebatada na exposição do que sinto. Talvez seja por ter arriscado mais desta vez, por me ter revelado mais, ou talvez seja por já te conhecer de antes e sentir que podia confiar em ti… Ou talvez seja por nunca nada se ter concretizado… Seja como for, eu só queria tentar. Eu sei que não és perfeito; eu também não o sou, mas não era a perfeição que eu procurava – era apenas viver aquela história maravilhosa que sinto que que podia existir entre nós…


Wednesday, February 27, 2013

Merda!

Agora o FB decidiu mudar as suas definições e podemos ver quando as pessoas estão/estiveram online. Dá mesmo jeito, agora, a esta altura do campeonato, ficar a saber que afinal vais ao FB muitas mais vezes do que aquelas que eu pensava. Dá mesmo jeito, na fase péssima em que estou, começar a imaginar que se calhar já encontraste alguém com quem brincar às mensagens como fazias comigo. Estou a ser injusta e a imaginar idiotices? É provável que sim. Mas o problema é que ainda gosto de ti e por isso ainda me importo, ainda sinto ciúmes. E, dada a forma como cortaste o contacto comigo, desculpa lá se não tenho cabeça para ser muito racional!


Tuesday, February 26, 2013

Dá-me uma razão

Sim, eu vi as fotos... Fico contente por encontrares tempo para te descontraíres e divertires, mas não as comentei, nem sequer te vou dizer nada sobre elas ou sobre o que quer que seja. Eu disse-te que não ia dar mais nenhum passo.
Isto aqui não conta - talvez um dia encontres este espaço, mas duvido que já o tenhas feito - isto aqui é um lugar de que eu preciso para desabafar, para não cair na tentação de te escrever; de tentar de novo. Não vou voltar a arriscar para receber de novo o silêncio como resposta. Não, desta vez tens de ser tu a avançar.  E eu quero que avances... Oh, como quero! Só preciso saber que o carinho ainda existe e que tudo o que me disseste era verdade. Só preciso de uma razão, de um passo teu para te abrir de novo os braços…


Monday, February 25, 2013

My song so far...

So far, this song could be the title song of my life... Always loving someone who doesn't love me back. I know, it's seems strange when you look at me, but we all wear masks, you know, to hide our fragilities.
I hope though, someday my song will change and someone will finally seem me, my heart, my soul, and will love my whole me. Right now I still hope that person will be you...

Saturday, February 23, 2013

Acredita em ti!


Há dias em que acordo furiosa contigo. Zangada, a ferver! Como foi possível deixares-me assim, sem um aviso? Como uma camisola velha que já não serve? Dizias que era o trabalho, o trabalho que tudo impedia, que te afastava de todos. Como é possível? Que escravidão é essa em que vives? É toda a gente assim no teu emprego? Casados com o trabalho, sem namorados/as, filhos, ninguém sai, ninguém tem hobbies, amigos? Não é possível. Não acredito. Então, por que é que tu tens de te empenhar tanto, mais do que todos, o que temes que acontecerá se não o fizeres?
Das duas uma: ou é desculpa para não estares comigo, e nesse caso teria sido mais sincero dizeres-me que não querias mais nada comigo. Por muito triste que eu ficasse nunca to levaria a mal. Ninguém manda nos sentimentos. Há pessoas que preferem viver sós, sem relacionamentos. Tudo bem. Mas que o façam honestamente, sem enganar terceiros, que tenham o cuidado de só se envolverem – casualmente, superficialmente, se assim o desejarem – com pessoas que também não querem mais do que isso.
A outra hipótese é ser uma fuga. Se é verdade que sentes carinho por mim, como dizias, então porque foges? Do que tens medo? O que é que achas que pode acontecer se estivermos juntos? Tens medo de me desapontar? De te magoares? Mas, meu querido, é justamente por não tentares que desapontas, que te magoas... e me magoas a mim também…  


Thursday, February 21, 2013

Sonhei

Hoje sonhei que fazia amor contigo... Parecia tão real que quase conseguia imaginar o teu toque, o teu sabor o teu cheiro... Eu queria tanto, mas tanto... tanto que esse sonho fosse realidade...


Wednesday, February 20, 2013

Partilhar


Encontrei no Facebook e achei lindo....

...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. 
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... 
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas
as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.




Fazes-me falta...

Às vezes, muitas vezes, estou concentrada no trabalho e tropeço em alguma coisa interessante, uma frase, um comentário que gostava de partilhar contigo... Às vezes, coisas de nada, sobre a vida ou sobre o trabalho: como esta - «As conquistas tecnológicas aumentam a nossa eficiência no trabalho; o Google Maps melhora a nossa pontualidade; graças ao Skype e ao e-mail, podemos trabalhar em qualquer lugar; e o Facebook é uma excelente ferramenta de marketing. Mas o ponto fulcral é: equiparámos sempre os computadores à produtividade, mas quando olhamos para o nosso BlackBerry estamos apenas a dar a impressão de sermos produtivos. Na realidade, estamos a distrair-nos do trabalho. Não trabalhamos de forma mais eficaz com dispositivos digitais, trabalhamos mais rápido. E de modo mais descuidado. Antigamente, costumávamos ver televisão, hoje vemos o nosso Smartphone.» Não é interessante? 
Há um mundo imenso de coisas interessantes que adorava partilhar contigo e tenho a certeza de que há outro mundo de coisas que podia aprender contigo. Até nisso, até nessa possibilidade de crescimento e partilha de ideias me fazes falta... Tanta...


Sunday, February 17, 2013

Preciso de coragem!

Não sei o que é pior; não saber nada de ti ou acordar de manhã e ver uma foto tua no PC, sorridente, divertido, a gozar a vida... Não sei quanto tempo mais vou continuar à espera de uma palavra tua. Não sei quanto tempo mais vou aguentar a tortura. Talvez o melhor seja cortar de vez com tudo. Tenho de ganhar coragem para te apagar do computador, do telefone, de todo o lado. Afinal, tu não me queres mesmo!

Saturday, February 16, 2013

Perdida...

Queres saber uma parvoíce? Há uns tempos atrás, tive uma discussãozinha com uma amiga sobre os livros da colecção Crepúsculo. Ela estava completamente louca pelas personagens, achava os livros espectaculares, etc. e eu lembro-me de lhe dizer que os livros eram bonzinhos, mas nada de especial. Que eram livros típicos de adolescentes, com muita angústia, muito amor sublimado, idealizado, etc. Enfim, não sei se leste, mas no segundo livro - Lua Nova - o rapaz vai-se embora, deixa a rapariga, e ela fica em cacos, destroçada e sem rumo na vida porque o perdeu. Na altura tanta dor pareceu-me um exagero... lá está, coisas típicas de adolescentes em busca do 'grande amor'. Mas agora percebo-a e sinto-me tão parva. Como é que eu deixei que isto acontecesse? Já não sou adolescente, sou uma pessoa racional, inteligente, mas, tal como ela, sinto-me perdida, sem rumo...


Tuesday, February 12, 2013

Relâmpago

Há dias em que as coisas até vão correndo bem, acordo animada, vou fazendo a minha vidinha,... tudo parece normal. E de repente, uma frase, uma foto, uma recordação e é como se um raio me atirasse ao chão. Como é que foi possível teres estado aqui, tão perto, e não teres querido estar comigo, não me teres querido ver??? Como? Sou assim tão insignificante? Tão fácil de esquecer na tua vida? Então, porque me respondeste durante tanto tempo? Porque dissestes que me querias ver, que compreendias a dificuldade de tudo isto, que percebias como eu me sentia, porque também sentias o mesmo? Se sentias o mesmo que eu como foi possível ficares afastado? Como?


Sunday, February 10, 2013

Tenho de acreditar

Se alguém conhecesse a nossa história o comentário imediato seria que eu sou uma parva e que tu andaste a brincar comigo este tempo todo. Ponto final parágrafo. Mas quem visse de fora não sabe o que eu senti cá dentro. Não sabe o que vi em ti há 20 anos nem o que vejo agora. Não conhece todas as nuances, as situações, os olhares, os abraços apertados, as mensagens, as palavras. Apesar do medo e das minhas inseguranças, o meu instinto diz-me que não me estavas a enganar. Que tinhas/tens carinho por mim e que algo aconteceu que te fez/faz fugir. Tenho de acreditar nisto, tenho de acreditar no que sinto, porque se eu não acreditar nos meus instintos nunca mais conseguirei confiar em ninguém...


Saturday, February 09, 2013

Saudade... tanta...

Às vezes sinto uma vontade imensa, um desejo brutal de receber um mimo teu. Uma daquelas migalhas que me iluminavam o dia... Então, a tentação aperta e quase te escrevo. Mas recuo sempre no último momento, por medo. E se não me responderes? O que faço depois?... Estou tão perdida, tão sem rumo, dói-me tanto a tua falta...

Hurt - Christina Aguilera

Wednesday, February 06, 2013

O teu único erro

Eu sei que pus nisto mais expectativas do que tu, sei que queria mais que isto acontecesse do que tu, sei que me apaixonei por ti quando se calhar tu ainda nem sequer estavas a pensar nisso. E nada disso é culpa tua. O que eu senti, os significados que eu atribui têm todos a ver comigo, com minha história de vida, com a minha personalidade. Sabes, nunca tive grande sorte no amor... As minhas experiências nessa área são muito limitadas. Talvez tenha a ver com o facto de ser tímida, de ter tido excesso de peso durante dez anos (quando nos reencontrámos, eu tinha acabado de conseguir voltar ao peso que devia ter), ou talvez seja por ser demasiado perfeccionista (segundo me dizem) e não me ter conseguido apaixonar-me por aqueles que pareceram estar interessados em mim. Ou talvez seja por ter medo... se calhar fujo de quem gosta de mim e corro atrás de quem não me quer, como uma espécie de defesa contra o falhanço... Não sei. O que sei é que contigo perdi esse medo. Talvez fosse por já te ter amado antes, talvez seja por sentir bem cá dentro que funcionamos no mesmo comprimento de onda... sinto uma afinidade contigo que não sei explicar... Enfim... nada disto é culpa tua. O teu único erro foi não teres falado comigo, foi só isso que me magoou e que me magoa ainda. Porque mesmo que não quisesses mais, mesmo que eu te tenha pressionado demais, podias ter-mo dito...

Sunday, February 03, 2013

Importância

Lembras-te daquele tremor de terra grande, o primeiro a sério que passaste aí? Pois nesse dia, eu passei a noite com o telefone ligado, num sono sobressaltado e a verificar constantemente se estavas online. Era a minha forma de saber que estavas bem, que pelo menos estavas vivo. Faço isso bastantes vezes, ainda hoje. Sempre que há um acidente, notícia de algum crime ou alguma catástrofe de algum tipo por aí, corro ao telefone para confirmar que estás online, que estás bem... Mesmo através da distância e do silêncio preocupo-me contigo. Essa é medida de quão importante és para mim...


Friday, February 01, 2013

Simplesmente

Retirado do FB: “Uma demonstração sua, algumas palavras, um gesto. Eu só queria algo que me convencesse que você se importa.”

É só isto que eu quero, saber que te importas, que não foi uma miragem minha... 

Thursday, January 31, 2013

Until I stop...

Love is like a dance, if one doesn't want to do it, two can't dance. I know I cannot force you to love me. If you don't want to be with me that's your right and there is nothing I can do about it. That is not the reason why I'm writting here, and pooring out my feelings. I'm doing it because I need to. For myself; to help me through the heartache. And also because I hope that if you still have feelings for me and something happened that made you hold back, well then you can know how I feel and maybe we can solve this together. Either way I will keep on writing about this, about you and me, it until I stop needing to...


Something wrong...

Não sei qual é o meu problema. Ainda não descobri qual é, mas parece ser um padrão que se repete na minha vida: o de me apaixonar sempre por quem nem sequer sabe que eu existo, ou quando sabe não retribui o meu interesse. Por alguma razão escolho sempre homens emocionalmente indisponíveis; indisponíveis para mim, pelo menos... É curioso e patético como aquilo que sempre mais quis na vida - criar uma família - encontrar alguém que fosse meu amigo/amante/companheiro nunca se materializou. Tu foste quem chegou mais perto... durante algum tempo acreditei que retribuías o meu afecto. Achei que tinha encontrado finalmente alguém que me via... que me queria...
Não importa que esteja cheia de trabalho, que tenha clientes a pedirem-me orçamentos vindos de vários continentes... no fundo, sinto-me um falhanço. Há algo de errado em mim e não sei o que é...

Tuesday, January 29, 2013

Mereces mais...


É verdade. Não entendo como e possível o trabalho e a carreira tudo absorverem. Como podem exigir que alguém se veja obrigado a viver uma meia vida. Se calhar é estupidez minha, mas não acredito que uma pessoa sem tempo para a vida pessoal, para a família, amigos e momentos de lazer consiga produzir a 100%. Não somos máquinas, somos seres complexos e existem sinergias entre as nossas diferentes facetas. Todas as partes da nossa vida contribuem para que alcancemos o nosso potencial. Mais do que a concentração são as relações, as emoções, o lazer que proporcionam inspiração, estimulam a criatividade e reforçam a motivação. Eu admiro aqueles que têm um sonho, um projecto de vida. E admiro-te a ti! Mais do que as tuas conquistas, admiro a tua determinação, a tua persistência e a tua capacidade de luta. Mas lutar é diferente de nos anularmos. Mereces mais do que te sacrificares pelo sucesso. Mereces vivê-lo em todas as suas facetas. Tens tanto a oferecer,… és demasiado rico enquanto homem para diminuíres deste modo o teu potencial.


Sometimes...


Sometimes we fall in love for someone who doesn’t love us back. It’s nobody’s fault. The heart is not logical. Maybe I pushed you too far and you weren’t ready or couldn’t return my feelings. If that was the case I don’t blame you. It happens. But then you should have told me so. It was not fair to let me build up expectations only to be let down... 


Saturday, January 26, 2013

Há dias...

Há dias em que sinto raiva... magoaste-me, ignoraste-me, castigaste-me com o teu silêncio. Só me apetece gritar, chamar-te nomes, desejar que sintas a mesma dor que eu sinto...
E há outros em que acredito ainda que há uma explicação,... Em que acho que fugiste porque tens medo e em que só te quero dizer: não tenhas medo... eu estou aqui, só te quero abraçar... ainda é possível...

Friday, January 25, 2013

I'm sorry

I apologize to those few guys who have liked me and whom I haven't liked back, or rather those I haven't liked enough to be their girlfriend. They weren't many, I was never that sought after, just one or two. A couple who had the kindness, the chance, the will to pay some attention and the compliment of their goodwill towards me. I'm sorry I couldn't love you back. There was nothing wrong with you, you were nice guys, it just that I didn't feel love for you. And I was naive and silly enough to believe relationships can only work with genuine affection; that acepting someone just to get into the 'married group' or even the 'someone's girlfriend' group, having a husband to show off, to have kids, or simply out of fear of being alone are all silly reasons, wrong reasons to accept someone. I'm starting to doubt that now. I'm starting to thing I should have been less idealistic, I should have taken the afection that was offered, because even if I didn't return it, I guess it's better to be loved that to love without being wanted. I'm so sorry! I hope I haven't hurt you when I said no. I hope you have found someone that really loves you back. You were nice to me, you deserve to be happy!



Sunday, January 20, 2013

Silêncio...

«Descubra que só porque alguém não o ama como gostaria, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como o demonstrar ou viver.»
William Shakespeare

Eu acreditava nisto... que duas pessoas podem amar de modos diferentes ou até senti graus diferentes de afecto em determinado momento. Mas qual é a linha que separa o acreditar da ilusão? Como é que posso continuar a acreditar que há esperança, que as palavras de ternura ditas eram verdadeiras, quando não obtenho respostas? Se calhar o silêncio é a resposta?... Mas é uma resposta equivoca, porque deixa sempre dúvidas. 

Mais vale uma palavra, ainda que essa palavra seja de adeus... 



Wednesday, January 16, 2013

11 de Janeiro de 2013

Today, my love, is your birthday! I'd love to tell how much I wish this is a good day for you, how I hope it's the beginning of a new phase of happiness where all your fears and troubles go away and you can finally reach all you want to reach. I'd love to hug you and say how happy I feel for you, how much I admire you for all you have conquered, for all the obstacles you have overcome. I wanted to kiss you and tell you I love you... but I won't simply because I don't know if you want to talk to me... and I still don't know why...


Thursday, January 10, 2013

Éowyn e Faramir

Estes são os meus personagens favoritos na trilogia de Tolkien. Não são Aragorn, Arwen, Frodo ou sequer Gandalf, Galadriel ou Elrond - são simplesmente Faramir e Éowyn. Ele é quase um anti-herói, discreto, vivendo à sombra do irmão e desprezado pelo pai, mas nele Tolkien colocou uma força indomitável que talvez só tenha espelho em Frodo em toda a trilogia. A força de ser ele próprio, autêntico, verdadeiro, seguindo a sua intuição, regendo-se pelos seus próprios valores e fazendo as suas próprias escolhas, mesmo quando sabe que isso vai desagradar ao seu pai. Não procura fama nem glória apenas procura cumprir o seu dever, cumprindo as suas responsabilidades, protegendo e guiar os homens que dependem das suas ordens. É o único que resiste à sedução do Anel e é dos poucos que mantém a esperança quando tudo parece desmoronar-se.
Éowyn é diferente, não é o anjo inspirador encarnado em Arwen, é um ser humano ambicioso, com sonhos e expectativas, que anseia por voar, mas a quem o amor e o dever mantêm presa numa jaula. Ilude-se perante Aragorn, vendo-o como o seu libertador, mas no final descobre que só ela se pode libertar a si mesma. Revejo-me nela. Também eu queria voar e também eu, se calhar, me iludi. Também eu pensava ter encontrado um Faramir... mas se calhar era apenas um Aragorn...



Sunday, January 06, 2013

Blues

Hoje sinto-me pessimamente. Estes têm sido, provavelmente, os piores dias da minha vida. Ver ruir um sonho, a última esperança de felicidade dói imenso... devasta. Digo última, porque depois disto não sei se terei capacidade para me levantar de novo, para acreditar de novo. Dirão muitos (os do costume): não fiques assim, há pessoas piores, tu tens saúde, tens família, tens emprego. Sim tenho tudo isso, mas falta-me a única coisa que sempre quis na vida. Ser amada. Algo que por alguma razão nunca aconteceu e que começo sinceramente a achar que não vai acontecer nunca. Não sei se é por falha minha, algo que mim que afaste quem eu amo, se é uma partida cruel do destino, se é simplesmente azar... Dizem que as coisas acontecem porque nós as provocamos, que inconscientemente, pelo modo como agimos, provocamos uma reacção nos outros. Pois, eu desta vez agi de modo diferente, fiz coisas que nunca tinha feito, arrisquei, atirei-me de cabeça, acreditei, abri o coração... E até agora não percebo o que correu mal, onde é que me enganei? O que é que eu não vi. Às vezes, quando as coisas correm mal, olhamos para trás e dizemos "Ah! Estava ali um sinal e eu não percebi". Pois, eu ainda não sei onde estavam os sinais. Se calhar é daquelas coisas sem explicação, e isso ainda torna tudo pior, porque sem explicação não sei como dar a volta a esta dor, não sei como a ultrapassar... Não vejo mais caminho, mais saída... Não sei como vou conseguir continuar...



Wednesday, January 02, 2013

Não percas as oportunidades

A vida é curta e no final nada é mais doloroso do que perceber que deixámos escapar a oportunidade de ser felizes.
Há sempre algo de urgente, o trabalho nunca dá folgas, mas no último momento supremo não serão os prémios, os cheques de bónus, os projectos ou sequer os cargos que ocupámos que nos virão à mente... 
Serão os rostos das pessoas que amámos e que nos amaram, mas que por alguma razão estivemos sempre demasiado ocupados para ter tempo para elas.



Separações

«Em todas as separações, tem mais amargo quinhão de dores o que fica, do que o que vai partir. A este esperam-no novos lugares, novas cenas, novas pessoas; sobretudo espera-o o atractivo do desconhecido, que de antemão lhe absorve quase todos
os pensamentos.» - Júlio Dinis in 'As Pupilas do Senhor Reitor'



Ser mãe a 100%

Por muito só que esteja, por muito carente de afectos, por muito que deseje ser mãe, sei que neste momento, nestas condições seria uma mãe péssima. Exactamente por isso, pela solidão e pela carência. Iria exigir de um filho - ainda que inconscientemente -aquilo que os adultos não me deram e despejaria nele a minha frustração, a minha mágoa ou a minha raiva quando ele/a - inevitavelmente - não me desse o afecto que eu preciso, aquele que só um adulto pode dar. Amaria muito o meu filho/a, mas amaria da forma errada, com desespero, com fraqueza, com carência e não com alegria e dádiva. Uma criança precisa de pais inteiros e não de seres magoados em busca de afecto.



A Realidade do Medo

Já repararam que muitas vezes fazemos escolhas com base no medo? Não porque queremos de facto algo, mas porque temos medo do que acontecerá, ou do que os outros irão pensar, ou do tipo de pessoa que seremos se não seguirmos por determinado caminho...

Monday, December 31, 2012

Não desistas

Não quero desistir por medo, não quero desistir porque dói demais esperar pelo que mais quero. Para desistir que seja por já não querer mais; que seja para avançar, sem necessidade de olhar para trás e não para ficar para sempre agarrado à ideia de 'e se não tivesse desistido'...

Yin & Yang

Porque ninguém sabe o que eu sinto por dentro, ninguém sabe o que vi nos teus olhos, o que ouvi nas tuas palavras... Simplesmente, amo-te!



Amar uma Mulher

Vou-te contar um segredo sobre as mulheres... elas nunca se sentem amadas o suficiente. Precisam de carinho, de reforço, de mimos beijos e abraços com frequência. Duvidam sempre e nunca acham que são suficientes. Por isso, se me amas, se gostas ao menos um pouquinho mostra-mo. Diz qualquer coisa sem eu pedir, manda um mimo de surpresa, faz um Like no Facebook. Para mim, meu querido, isso vale mais do que mil jantares à luz de velas! Saber que naquele instante estavas a pensar em mim é o melhor presente que me podes dar...

Surfistas e Mergulhadores

Há dois tipos de pessoas no mundo (bom, há mais, mas hoje só falo de dois): os surfistas e os mergulhadores. Os surfistas gostam de andar à superfície, na crista da onda, sempre à procura da melhor praia, sempre à procura de aventura e da próxima experiência. Têm sede de saber mais, de viver mais.
E depois temos os mergulhadores. Estes ficam-se pelo oceano que escolheram e vão fundo, querem conhecê-lo bem, não se interessam pelos outros oceanos, onde há outros peixes e flora rara. Querem conhecer o seu, em todas as estações do ano, ao longo de todo o seu ciclo de vida. Adaptar-se a ele, evoluir com ele e maravilhar-se com cada tesouro escondido que ele lhes revela em cada fase da vida.
Ambas as opções de vida são válidas, mas eu pessoalmente prefiro a segunda. Acho que se aprende mais com ela; crescemos mais. A busca constante pela próxima aventura pode ser muito excitante, mas apenas permite viver pela rama, conhecem-se muitos começos, mas poucos meios e nenhuns fins. Isto para mim não é viver, é fugir da vida.


O Futuro

Eu: «O que queres ser quando fores grande?»
D (6 anos): «Quero ser médico. Os médicos ganham muito dinheiro, não ganham?»
Eu: Alguns ganham... Olha, sabes uma coisa? O melhor é fazeres alguma coisa de que gostes muito. Quando gostamos muito de fazer uma coisa acabamos por fazê-la bem, porque queremos aprender tudo sobre ela, queremos fazê-la cada vez melhor e não desistimos quando encontramos obstáculos. E, então, quando fores bom naquilo que fizeres, não te preocupes porque vais acabar ganhar muito dinheiro, porque os bons profissionais acabam sempre por ter muitos clientes.

Monday, February 11, 2008

Os homens...

Recebi um e-mail hoje com o seguinte texto


"ESSA É PROFUNDA...

Os homens bons são feios.
Os homens bonitos não são bons.
Os homens bons e bonitos são gays.
Os homens bons, bonitos, e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são tão bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
Os homens que não são tão bonitos, mas que são bons, com dinheiro, pensam que só estamos atrás do seu dinheiro.
Os homens bonitos sem dinheiro estão atrás do nosso dinheiro.
Os homens bonitos, que não são tão bons e razoavelmente heterossexuais, não acham que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas e que são heterossexuais, razoavelmente bons e têm dinheiro, são covardes.
Os homens que são razoavelmente bonitos, razoavelmente bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO.
Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?"

Bom, eu sou mulher e como tal sou picuinhas, tenho os meus momentos emotivos e nada racionais, as minhas paranóias e os meus medos, como qualquer outra pessoa (homens incluidos), mas até eu fiquei com dor de cabeça depois de ler isto!!!
Irra, esta é a chamada teoria hermética que explica porque é que nenhuma relação dá certo! É quem nem vale a pena tentar a ver se a coisa tem pernas para andar, é só medir o gajo na escala e já está! Resultado infalível. É o chamado preservativo do amor. Usa-se e pronto! Não há amor que passe a barreira.

Saturday, December 23, 2006

Prioridades e SMS


Aqui há uns tempos, eu e uma amiga discutíamos qual a importância que uma de nós tinha para um conhecido pelo qual estava interessada. Depois de debatermos os sinais habituais: “ele telefona, ele não telefona”, “ele conta o que se passa com ele, confia em mim ou não…”, “ele está sempre ocupado, nunca tem tempo...” etc., chegámos à conclusão que até relativamente fácil percebermos se somos importantes para os outros ou não: basta ver em que lugar estamos na sua lista de prioridades.

Se alguém está constantemente ocupado, nunca telefona, está sempre a desculpar-se que nunca tem tempo, que o trabalho/casa/filhos, etc., o ocupam, então é porque não somos importantes o suficiente para que essa pessoa nos coloque no topo da sua lista de prioridades. Todos temos as mesmas 24 horas em cada dia e acabamos, todos, por fazer primeiro aquilo que no momento mais valorizamos. Ainda que queiramos com toda sinceridade chegar a todo o lado e estar com toda a gente, isso não é possível e por isso, acabamos por ter de fazer escolhas. E são essas escolhas que indicam as nossas prioridades.

Isto é válido para maridos, namorados, amigos, colegas e familiares. Ainda que mais tarde cheguemos à conclusão que fizemos a escolha errada e que teria sido melhor ter saído com a pessoa X do que ficar a aturar o chato do chefe, a realidade é que no momento em questão decidimos ficar mais 3 horas no local de trabalho. Quer essa decisão tenha sido tomada por ambição (estamos à espreita de uma promoção), por brio profissional (se eu não ficar o trabalho não aparece feito), por medo (se não der o litro sou despedido), ou por qualquer outro motivo, o facto é que a tomamos porque, para nós, naquele momento aquela decisão era importante e a alternativa era-o menos.

Claro que para a pessoa que é preterida em favor de outros afazeres pode ser aborrecido perceber que se calhar os outros não nos colocam no mesmo degrau da escala que lhes atribuímos. Quando de repente recebemos um SMS de alguém, que sempre julgámos próximo do nosso coração, a informar-nos de um facto tão relevante como o futuro nascimento de uma criança, um casamento ou um baptizado, percebemos que afinal não nos é atribuido por essa pessoa o tempo suficiente para, pelo menos, recebermos um telefonema a dar-nos notícia de viva voz.

Pode ser triste, mas de certo modo é também libertador. Porque é nesse momento que percebemos que é altura de deixarmos de estar parados à espera do outro e em vez disso seguirmos o nosso caminho. Eles fizeram a sua escolha e é tempo de fazermos a nossa. Podemos então saborear as boas lembranças que temos com essa pessoa, esquecer as más e manter a janela aberta para as novas que surgirão. A nossa vida apenas depende de nós e cada dia está ai para ser vivido o melhor que pudermos, sem mágoas nem ressentimentos.

A.C., 12 de Dezembro de 2006.

Friday, July 21, 2006

Responsabilização

A coisa mais difícil e assustadora que uma pessoa pode fazer na vida é assumir a responsabilidade pelos seus actos e pelos resultados que deles derivam. E por muitas vezes ser tão difícil assumir as consequências das nossas escolhas muitas vezes procuramos a saída fácil e atribuímos as causas do que nos acontece a factos exteriores, tais como as acções dos outros, a sorte/azar, o destino ou mesmo a acção divina.

Frequentemente, quando algo corre mal na nossa vida, a primeira reacção é procurar um alvo para atirarmos a culpas. Pode ser aquela pessoa que nos irritou na fila do supermercado, e que com isso nos “fez” comer um pacote inteiro de bolachas; o colega invejoso do local de trabalho que nos “faz” sermos mesquinhas em retaliação; a vida chata que levamos que nos “faz” não darmos ao nosso namorado/a a atenção que merece; o azar de termos apanhado trânsito que nos “fez” não termos chegado a tempo à entrevista; ou a maldição que nos persegue e que nos “faz” não encontremos a pessoa especial que procuramos. Os exemplos não têm fim.

No entanto, e esta é a minha opinião pessoal, qualquer que seja a situação em que nos encontremos na vida, ela depende também e sempre de nós mesmos, das escolhas que fazemos. Não importa quão mal-educada seja a mulher na fila do supermercado, eu tenho a escolha de não devorar um pacote inteiro de batatas fritas, assim como tenho a escolha final de não ofender quem trabalha comigo só porque estou mal disposto/a ou não consegui a promoção queria. Se não tenho namorado/a ou não tenho o/a que desejava, então a culpa é minha porque não vou à procura de quem quero.

É verdade que somos afectados pelas circunstâncias e pelas acções de outras pessoas, mas é também verdade que somos nós que reagimos a essas circunstâncias e às pessoas. Nós não somos, ou pelo menos não deveríamos ser, espectadores passivos da nossa vida. O problema é que nem sempre sabemos que caminho seguir e, mesmo quando sabemos o que devemos fazer, há ainda a hipótese de errarmos na nossa decisão. E é isso que assusta.

É sempre mais fácil e aliviador até, atirar o peso da responsabilidade para os ombros de outrem ou para o saco sem fundo da sorte ou do acaso. Só que cada vez que o fazemos, de cada vez que evitamos olhar de frente para os acontecimentos, estamos a perder um pouco mais o controlo da nossa vida. Quando assumimos que algo aconteceu por motivos exteriores a nós estamos a deixar que seja o exterior a conduzir a nossa vida. Não podemos controlar os sentimentos e reacções alheias nem os golpes do acaso, mas podemos decidir como reagimos a eles. É esse o nosso poder, decidir como vivemos a vida que nos acontece e não deixar que nos aconteça a vida que vivemos.

Assim, da próxima vez que se quiser queixar do árbitro que marcou um penalty errado no minuto 37 de um jogo importante, lembre-se que o jogo tem 90m e que, embora aquele penalty possa ter influência no resultado final, os golos que a nossa equipa não marcou durante o resto do jogo também o têm. O passado já aconteceu e já não pode ser mudado, mas podemos sempre agir no presente e fazer a diferença no futuro, porque pode ser justamente quando nos deixamos ficar parados a lamentar a nossa sorte, que a oportunidade pode passar por nós e, se estivermos ainda agarrados àquele momento de azar ou de raiva, o mais provável é não a vermos.

A.C., Odivelas, 20 de Julho de 2006.

Wednesday, May 31, 2006

O último duelo


Aqui há tempos li um livro, cuja personagem principal, uma jornalista a cobrir o Tour de France em ciclismo, dizia a certa altura: “I love all my brave boys on bikes. They are my heros!” Essa frase ficou-me na cabeça porque é exactamente assim que eu me sinto em relação aos tenistas profissionais.

Eu gosto de desporto em geral e de várias modalidades diferentes em particular, mas para mim o ténis é especial por várias razões; é um desporto individual, de elevada exigência física, técnica e mental e que exige uma entrega total. Ao contrário dos desportos de equipa onde há interacção e entreajuda, no ténis o jogador está completamente entregue a si mesmo em campo, não podendo sequer contar com o aconselhamento do treinador. E é aí que, sozinho e em milésimos de segundo, tem de tomar decisões e agir de acordo com elas. O ténis é, além disso, um desporto que exige consistência e regularidade durante uma, duas, três ou mesmo mais horas. Dado que em cada jogada está sempre um ponto em disputa, não é possível a um jogador esconder-se uma partida inteira e efectuar uma jogada de mestre no final ou vencer por um golpe de sorte fortuito. É como se fosse um duelo, um frente a frente intenso no qual cada jogador tem de reagir no imediato às pancadas do seu adversário. Não é possível parar para pensar, ou ensaiar as jogadas na mente como em outros desportos individuais. A estratégia que se traz estudada no início do jogo pode de repente não se aplicar de todo, porque cada desafio depende também do adversário que temos à nossa frente, e da forma como ele reage em cada momento ao nosso jogo, e não apenas de nós próprios ou de jogadas ensaiadas.

No exemplo atrás, o ciclismo, é verdade que os ciclistas num Tour de France têm de percorrer milhares de quilómetros em cima de uma bicicleta durante 2 semanas, subindo e descendo montanhas que fariam tremer o mais corajoso e sujeitando-se a diferentes mudanças de temperatura num mesmo dia. É um esforço monumental, mas é um esforço que tem lugar em períodos de tempo curtos e definidos no ano. A carga maior dá-se na Primavera/Verão, mas no Outono/Inverno o ciclista recupera e treina-se para a época seguinte. Além disso, as provas principais têm lugar normalmente no mesmo continente, ainda que em países diferentes.

No ténis os jogadores actuam 47 semanas por ano, com torneios disputados semana após semana em todos os continentes. É uma vida de saltimbanco, sempre a mudar de cidade para cidade, de país para país e de um continente para o outro. Apenas para dar um exemplo, só em 2005 Rafael Nadal participou em 24 torneios e fez 11 viagens intercontinentais! Jet lag, fusos horários, comida, água, climas… tudo muda numa questão de dias. É uma vida alucinante que dificulta qualquer tipo de vida familiar, minimamente estável. Este ano Roger Federer, o nº1 mundial comentou que a passagem de ano de 2006 até que não tinha sido má; tinha-a passado já no Qatar onde iria disputar o torneio de ténis de Doha que se realiza na primeira semana do ano. No ano anterior fora pior, disse ele; passou a meia-noite dentro do avião. Isto diz tudo e é por isso que eu também repito: “I love all my brave boys (and girls) with the raquets. They are my heros!”

A.C. Odivelas, 26 Maio de 2006.