Monday, June 30, 2014

Banda sonora

Hoje ouvi estas duas canções. Passaram no rádio uma a seguir à outra. Curiosamente, eram canções que me faziam ter esperança há um ou dois anos atrás.

I've loved you for a 1000 years, I'll love for a 1000 more...


e

We're not broken just bent and we can learn to love again...


O meu horóscopo para estes dias dizia para eu prestar atenção às coincidências, que estes eram dias de renascimento, de surpresas inesperadas, de regeneração. Mas o meu horóscopo dos últimos 4 meses também dizia que esta era uma altura em que a probabilidade de me apaixonar e iniciar um relacionamento 'joyful' era elevada. Pois! Didn't happen!

Sunday, February 16, 2014

No expectations, no pain

Ia escrever mais uma mensagem de mágoa... mas não vale a pena. Nada do que eu disser te vai fazer voltar. É uma pena que volta e meia eu ainda tenha dias assim, onde do nada mergulho na tortura da dúvida de me questionar se a ternura alguma vez foi verdade; na angústia de me ter iludido tanto, de ter sido tão parva, tão crédula, de me ter atirado de cabeça sem rede, de ter confiado tanto na minha intuição.
Já não interessa. Sempre fui tão cautelosa, sempre tive tanto medo dos relacionamentos, de me magoar, e quanto arrisquei, quando confiei, espalhei-me.
O proverbio está certo «Good girls go to heaven (alone), but bad girls go everywhere».
Pois está na hora de ser uma 'bad girl'. A menina boazinha, honesta, cuidadosa com os sentimentos dos outros não ganha nada com isso. É posta de lado como se fosse descartável, não merecendo sequer uma palavra de adeus. Mais vale um tipo que nos queira só para a cama. Ao menos quer-nos... ainda que só por uma vez. Tenho de deixar de ser tão idealista, de acreditar no amor. Quando amamos somos magoados, é melhor viver apenas no momento. Espero consegui-lo...


Friday, January 17, 2014

Truth of life

«Sometimes people forget you and you don't even know why... 
and that can hurt a lot more than a simple good bye.»



Saturday, January 11, 2014

Palavras

Everyone can write pretty words. But without actions backing them up they have no meaning. They become just pretty empty words. Sharing quotes is easy, living by them is harder...

Um simples 'olá' ou 'desculpa' podem fazer toda a diferença se forem ditos com coração... 


Monday, December 30, 2013

Ano Velho

Esta noite povoaste os meus pensamentos. Lembranças, memórias, desejos... Saudades do que nunca chegou a ser... Talvez seja porque o ano se está a aproximar do fim... Não deixa saudades, este ano, nenhumas. Espero que 2014 seja bem melhor. Não quero criar expectativas, não vou sequer pedir o que realmente desejo. Espero que pelo menos traga sorrisos e paz de espírito. Pelo menos isso...


Sunday, December 01, 2013

Hoping for Miracles

Vi que vais partir… e tremo de ansiedade, de medo de criar expectativas, de ansiar pelo milagre… 
Tento agarrar-me aos factos: o facto de não me teres procurado o ano passado, de não mais me teres contactado todo este ano, o facto de que partir significa apenas isso: partir. Não quer dizer que voltes nem que, mesmo que voltes, me procures… 
Anseio pelo milagre de que tudo possa voltar ao antes do silêncio, mas sei que os milagres são raros...
No limite gostava que houvesse pelo menos uma palavra, um encontro; a ser um final, gostaria que pudesse ser um bom final: com sinceridade e frontalidade, permitindo pelo menos a coexistência da amizade, do carinho, das boas lembranças. Acho que ambos merecíamos, pelo menos, isso.


Thursday, November 21, 2013

A um clique de distância...

Por lapso, ontem enganei-me e liguei-te. A chamada nem sequer seguiu, mas, de repente, vejo-te aparecer no meu ecrã. A piscar, online.
Será coincidência? Provavelmente.
Uma coincidência estranha, mas tenho de me convencer de que é apenas isso.
Não posso, por muito que deseje, iniciar o contacto.
E se não responderes? O que faço depois?
E se desligares? O que faço depois?
E se responderes? Pode ser só por educação, sem qualquer significado...
Ser eu a iniciar o contacto, implica continuar neste impasse, sem saber o que sentes ou o que se passou. Demorei muito a reequilibrar-me, a voltar a funcionar normalmente. Não me posso deixar absorver outra vez por fantasias e ilusões, que podem estar apenas na minha cabeça. Não, agora preciso de algo de concreto, preciso de certezas, sejam elas quais forem.
É por isto que tens de ser tu a dar o primeiro passo, se quiseres...
Sabes onde me encontrar e sabes que te ouvirei, independentemente do que me tiveres a dizer.



Saturday, November 16, 2013

Danos colaterais

Acabei agora mesmo de ler uma notícia que adoraria comentar contigo. Adoraria saber a tua opinião sobre o assunto. Adoraria ficar a saber mais contigo, aprender, ouvir, trocar ideias... E não só sobre este assunto, mas sobre tanta coisa... Havia tanta coisa que adorava falar contigo, ouvir de ti...
De repente percebi que ao desapareceres da minha vida não perdi só uma possibilidade de romance. Perdi também o amigo. E dói,... muito...

http://expresso.sapo.pt/e-se-de-repente-a-informacao-voltasse-a-ser-paga=f841094

Thursday, November 07, 2013

Simplesmente mais

Paradoxo curioso: as teorias de produtividade e de eficiência no trabalho todas recomendam a criação de laços de afectividade entre os empregados, a realização de eventos que reforcem o sentimento de partilha e de pertença e de actividades de descontracção e diversão. Porquê? Porque já se percebeu há muito tempo que os seres humanos não são máquinas, que as emoções, as ligações humanas e os afectos contribuem para que as pessoas sejam mais felizes e sendo mais felizes são mais produtivas. Parece óbvio, não é? Então por que razão é que muita gente continua a limitar a sua vivência, fugindo dos afectos por medo que isso lhes afecte o seu foco na carreira, por medo de diminuírem nos seus níveis de performance? Não faz sentido, pois não? Eu sou suspeita, eu sempre achei que somos seres complexos, sinergéticos e multifuncionais e que concentrarmo-nos apenas em certas partes do nosso ser em detrimento de outras não nos ajuda. Tal como nas empresas também na vida há custos não quantificáveis resultantes deste auto-limitação. Quando recebia uma mensagem carinhosa tua, o meu dia corria sempre melhor e não havia montanha que eu não me sentisse capaz de conquistar. E era isso também que eu esperava que tu sentisses com cada mensagem, com cada mimo meu: mais forte, mais rápido, mais proactivo, mais inspirado… Mais… Mais amado.


Thursday, October 31, 2013

Perspectivas...

Ontem pensei ter-te visto na rua. Foi um vislumbre momentâneo e improvável, mas para o meu coração tu não estás a milhares de quilómetros de distância; continuas ainda tão presente que podes, de repente, surgir a qualquer esquina. A distância é irrelevante, não importa.
Nunca importou. Não para mim.


Monday, October 28, 2013

Home is where the heart is...

Comprei um cantinho para mim. Era uma ideia que há muito me andava na cabeça, mas uma dúvida aqui, uma hesitação ali: 'será que devo arriscar o investimento', 'e se daqui a pouco a minha vida mudar?', 'e se encontrar alguém, será que não vou precisar desse dinheiro para investir numa família?' Andei anos nisto. 'E se ficar com uma renda alta, depois não posso fazer as coisas que gosto, não posso viajar... terei de viver para a casa.'
Mas este ano a última mola de medo e hesitação que me prendia soltou-se. Foi o desespero que a soltou. Depois de te perder precisava fazer alguma coisa para me distrair da minha angústia, precisava de arranjar um foco, um projecto que me motivasse a avançar e esse foi a casa.
Percebi também que não vale a pena ficar à espera do dia em que fosse encontrar um companheiro com quem construir uma família. Percebi que isso pode nunca acontecer. Não sei o que o destino me reserva, mas se for para ficar só, mais vale começar a habituar-me já. Não vale a pena esperar por nada nem ninguém, porque nada é certo. Pode ser que ainda surja um milagre, mas se isso acontecer tudo se pode ajustar. Por agora vou tentar viver apenas com as cartas que tenho: tenho uma casa e posso construir um lar, mesmo que ainda não tenha com quem o partilhar.

I may not have the person yet, but at least now I have a place...


Friday, October 18, 2013

Eu consigo!

Durante muito tempo andei aqui a escrever o que gostaria que tivesses feito, a tentar adivinhar as tuas razões, os teus motivos, a tentar encontrar explicações... Enfim, tentava encontrar um fio nesta meada, algo a que me pudesse agarrar e um fio que me ajudasse a continuar. Não faço ideia se alguma vez o encontrei, mas não é disso que vou falar hoje.
Nos últimos dias, parece que estou a descobrir algo por entre as nuvens. Pode ser mais uma miragem, mas se me ajudar a encontrar o sol, pois, irei segui-la, por enquanto.
Apercebi-me de repente que, apesar da mágoa e da perda, que senti e ainda sinto, houve uma evolução em mim que pode ser positiva nisto tudo.
Um vez, numa das nossas conversas, disseste que eu era 'mais reservada'. Eu sempre me achei tímida, retraída, com medo de arriscar e essa foi talvez uma das razões porque cheguei sozinha a esta fase da vida. Porque sempre tive medo de me entregar. Esperava uma solução mágica, que alguém me descobrisse sem eu ter de me expor, mas isso nunca aconteceu.
E, de repente, contigo, eu expus-me. E não foi difícil, aconteceu! Consegui, fui capaz de me abrir e de arriscar.
Porque aconteceu contigo e não com outros, tem talvez a ver com a pessoa que tu és, com esse algo em ti que me fez confiar, que me fez sentir essa ligação tão forte. Mas, seja como for, independentemente de ti e de tudo o que aconteceu e não aconteceu entre nós, o ponto importante a reter aqui é esta descoberta:
Eu consigo! Eu sou capaz de me entregar!


Thursday, October 10, 2013

O amor é

Para mim, esta é a frase que define tudo o que sinto:
«O amor é o encontro de duas feridas... O amor verdadeiro é: eu amo a forma como te tentas curar, eu gosto da tua cicatriz».

E amar é ter medo de perder. Implica correr riscos. E o medo pode levar-nos a fazer coisas estranhas:
«tornamo-nos dependentes porque precisamos que o outro nos devolva, diariamente, a existência»

Ou

«podemos deixar de amar porque temos medo, sabotar tudo em vez de nos entregarmos e confiar totalmente, reduzir a importância desse amor, ligando-nos a uma actividade onde tudo depende de nós»

http://idademaior.sapo.pt/familia/lacos-familia/amor-verdadeiro-5-sinais-que-nao-enganam/


Mas o amor também pode ser: «aceitar irem juntos até ao desconhecido; viver a experiência do desejo; sentir-se vivo».

Mas esta parte fica para o próximo artigo...

Saturday, September 28, 2013

You are worth it

Uma vez, quando falávamos sobre signos e mapas astrais, tu disseste-me que tinhas uma natureza 'atravessada'. Na altura entendi que querias dizer que eras uma pessoa com facetas contraditórias, algo de perfeitamente natural na maioria das pessoas. Agora, olhando para trás, acho que talvez estivesses inconscientemente a avisar-me... que para ti essas facetas opostas eram algo de negativo. Esse contraditório, essas facetas opostas, estão no teu relatório astrológico, de facto. Mas também estão no meu. Eu também tenho lados opostos. E também me custa lidar com eles.
Mas o curioso é que em ambos os relatórios o que nos é indicado é que o caminho para a felicidade passa pela integração de todas essas facetas. Aquelas que parecem negativas, muitas vezes são necessárias à nossa sobrevivência mental e emocional. A solução não é varrê-las para debaixo do tapete, fugir delas ou encará-las como defeitos. A solução é aprender a integrá-las, a olhá-las de frente, e ver como podemos utilizar a sua energia a nosso favor.
É difícil,... bem sei, ainda estou a tentar perceber como se faz; mas estou a tentar, passo a passo, tentativa e erro. Uma lição já aprendi, a culpa e a auto-piedade  não ajudam, só bloqueiam.
Pode ser que nunca mais nos voltemos a ver, não sei, mas, independentemente de tudo o resto, quero dizer-te que não te detesto, nem nunca te detestei, em momento nenhum. A raiva dos últimos meses só existia justamente porque ainda gosto muito de ti. E é por isso que te digo: não fujas de ti mesmo. Tu vales a pena.


Thursday, September 19, 2013

Monday, September 02, 2013

Revelações

O meu horóscopo hoje diz que se eu revelar o meu amor por alguém isso pode dar uma nova direcção à relação. Esse não é o ponto. O ponto não é eu revelar o que sinto por ti; sempre o revelei e este blogue é a prova que, para mal dos meus pecados, ainda continuas a ocupar o meu coração. Não, o ponto é eu não saber o que tu sentes por mim... Correcção! É eu conseguir meter na cabeça e no coração, ensurdecidos pelo teu silêncio, o quanto não sentes, nunca sentiste, nunca sentirás nada por mim.
Às vezes ainda me iludo... sonho que uma mensagem de status possa ser uma indirecta para mim, alucino a pensar que um piscar de 'online' no telefone possa ser um sinal do universo para ter esperança, mas, para quê?... só para me desiludir constantemente a mim mesma.
Os meses passam e eu não consigo sair deste buraco. Um dia melhor, é seguido por uma semana de desespero. Assim não é possível ninguém viver...



Monday, August 19, 2013

A única coisa que te peço....

Há 2 anos atrás fui eu que me afastei de ti e cortei o contacto. Achava que me andavas apenas a enrolar e, honestamente, reconheço que queria ver se notarias o meu silêncio e se sentirias a minha falta. Nunca me disseste nada. Custou muito passar aquelas semanas sem as nossas trocas de mimos, mas eu tinha jurado a mim mesma ser forte. Se não vinhas atrás de mim era porque não querias. Ao fim de algum tempo (ainda demorou alguns meses), houve um dia em que pela primeira vez não pensei em ti. Em que me senti contente, calma e a fazer planos para o verão que se avizinhava. Lembro-me que fui sozinha para uma esplanada e ali estive a escrever e a gozar simplesmente o sol. De repente, uma semana depois, vejo no FB que partiste para longe. Mandei-te uma mensagem algo amarga. Tu respondeste. E tudo recomeçou. Mas hoje a minha dúvida é simplesmente esta. Se não querias nada comigo, se até já estavas longe a começar uma vida nova e com isso tinhas a desculpa perfeita para não alimentar as minhas expectativas, então porque me convidaste a visitar-te, porquê o nosso reencontro aqui depois, porquê todo o carinho nas nossas mensagens? Para quê tu isso e depois, acabares, de repente, sem aviso, sem nada? É isso que não entendo…

Já pensei se serias gay… Se fores, aceito. Não é algo que eu leve a mal ou seja contra. Somos o que somos, simplesmente. Não acho sequer que mo devas confessar se o fores. É algo de íntimo e privado de cada um, que podes querer partilhar ou não, e os outros não tem nada a ver com isso. A única coisa que me magoa aqui é que, se for essa a explicação, então porque me deste trela, porque me foste alimentando a esperança durante tanto tempo? Qual era o gozo? Era para me mostrares a alguém e dissipares dúvidas? Sinceramente não percebo. Já estavas longe… Para quê o teatro todo? Para quê magoares-me…?

Às vezes sinto uma vontade imensa, um desejo brutal de receber um mimo teu. Uma daquelas migalhas que me iluminavam o dia… Então a tentação aperta e quase te escrevo. Mas recuo sempre no último minuto, por medo. E se tu n me responderes, o que faço depois?


Não vês mesmo o quanto quero que fales comigo? O quanto desejo uma palavra tua que me diga que está tudo bem, que ainda me queres. Não vês, ou vês e não queres dizer nada. E se não dizes nada é porque não queres mesmo mais nada comigo, ou é porque não consegues explicar o que aconteceu? Achas que te vou atacar? Meu querido, eu só quero perceber o que aconteceu… Só te peço esse favor: em nome do carinho que possas alguma vez ter sentido por mim, por favor, fala comigo. 

Tuesday, August 13, 2013

Tremores

Houve uma vez que passei uma noite inteira em sobressalto, adormecendo e acordando e verificando constantemente o telemóvel só para ver se estavas online... Foi da primeira vez que ouvi falar de um tremor de terra forte aí. Parece que foi há tanto tempo... ainda me importo, ainda me assusto, mas tu não precisas da minha preocupação para nada,... já não precisas de mim para nada... E eu vou lutar contra este sentimento que ainda tenho. Afinal, para quê continuar a sentir?...


Hopeless dreams

Hoje sonhei que nos encontrávamos, que falávamos finalmente; tinha sido tudo um mal-entendido e tu afinal gostavas de mim... nada tinha sido mentira. E depois fazias amor comigo... e era tão bom...
Acordei a chorar... Porque é que não te esqueço? O que é que tu fizeste comigo?


Wednesday, July 24, 2013

À procura de um caminho

Dizem que a dor tem cinco estágios: Negação, Negociação, Depressão, Raiva e Aceitação. 
Dizem que toda a gente numa situação de perda passa por eles. Pode não passar por todos, a sequência pode ser diferente para cada pessoa e alguns estágios podem até ser revisitados mais de uma vez. 
Eu acho que já passei por todos. Já não tenho grandes esperanças que algum dia me procures. Se te afastaste porque não me querias é óbvio que não vais voltar atrás. Se me querias e afastaste-te por medo ou qualquer outra razão provavelmente o medo da minha reacção, a culpa e até, se calhar, uma ponta de orgulho não te deixarão dar o braço a torcer. Tenho pena porque contra toda a lógica ainda gosto de ti, mas já não há nada que possa fazer. Tenho de avançar e este blog, que durante tanto tempo foi o local onde escrevia tudo o que te queria dizer, agora já não o escrevo para ti; tudo o que aqui coloco é para mim. Para meu desabafo, para minha reflexão e aprendizagem. Para encontrar o caminho de um futuro feliz.